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Informativo Diário

30/08/2019

CHICAGO E DÓLAR AVANÇAM E MERCADO DE SOJA REGISTRA BOM VOLUME DE NEGÓCIOS NO PAÍS

Na quinta-feira, o mercado interno de soja apresentou boa movimentação nas principais praças de comercialização do país. O dia foi bastante positivo para a oleaginosa, tanto em Chicago quanto em relação ao dólar. As cotações seguem avançando no mercado doméstico, possibilitando bom avanço da comercialização. Os negócios da safra 2019/20 seguem em bom ritmo, com rumores de aproximadamente 300 mil toneladas de soja trocando de mãos ao longo do dia no país. Na safra atual, segundo informações, ao menos 400 mil toneladas foram negociadas na sessão de hoje.

RS: os preços fecharam de estáveis a mais altos em um mercado com bom volume de negócios. Rumores de cerca de 120 mil toneladas movimentadas ao longo do dia no estado. Conforme rumores, houve indicações na faixa dos R$ 90 para pagamento no mês de outubro no porto de Rio Grande.

PR: dia de preços inalterados em um mercado com movimentação razoável. Para o mês de outubro, houve indicações na faixa dos R$ 89,50 no porto de Paranaguá.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão e no óleo, e em queda no farelo na quinta-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 0,41% no grão e de 0,92% no óleo, e perdas de 0,68% no farelo.

• O mercado mostra preocupação com o tamanho da safra americana. Em fase decisiva para a definição da produtividade, a previsão indica temperaturas baixas no cinturão produtor, o que pode prejudicar o rendimento.

• As exportações semanais não foram positivas, mas o fato da China marcar presença como comprador ajudou a elevar os preços.

• As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2018/19, com início em 1 de outubro, ficaram em 95.200 toneladas na semana encerrada em 22 de agosto. A China liderou as importações, com 76.700 toneladas.

• Para a temporada 2019/20, ficaram em 353.100 toneladas. Os analistas esperavam exportações entre 300 mil a 900 mil toneladas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).


CHINA A China e os Estados Unidos seguem conversando e ainda podem realizar as negociações comerciais agendadas para setembro, se houverem condições apropriadas, disse o porta-voz do Ministério do Comércio chinês, Gao Feng, em coletiva regular de imprensa. "Em relação às consultas nos Estados Unidos em setembro, os dois lados estão discutindo esse assunto", segundo Gao. "O mais importante atualmente é criar as condições necessárias para os dois lados continuarem as consultas", afirmou o porta-voz. A próxima rodada de negociações comerciais estava marcada para setembro, em Washington, depois das conversas realizadas no final de julho em Xangai. O anúncio de sobretaxas por parte dos dois países, porém, colocou a realização da reunião em dúvida. "A China já indicou sua atitude, opomo-nos resolutamente à escalada da guerra comercial e estamos dispostos a resolver o problema por meio de consulta e cooperação em uma atitude calma. A escalada da guerra comercial não é propícia à China, nem aos Estados Unidos, nem aos interesses das pessoas do mundo", disse o porta-voz, na coletiva.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em alta de 0,43% no mercado à vista, cotado a R$ 4,1720 para venda - renovando o maior patamar do ano - e na segunda maior alta da história, após acelerar os ganhos em pregão pouco volátil influenciado pelo exterior dividido com um "aparente" alívio na guerra comercial entre Estados Unidos e China, enquanto a Argentina permanece no radar de investidores locais com temores de contágio. Para o analista de câmbio da Correparti, Ricardo Gomes, o fato é que o pedido de moratória da Argentina, de qualquer forma, acabou "pesando" na precificação do real ante o dólar, "mesmo em meio à um clima mais tranquilo no exterior", comenta.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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