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Informativo Diário

10/09/2019

MERCADO DE SOJA INICIA SEMANA EM RITMO LENTO NO PAÍS

Na segunda-feira, o mercado interno de soja iniciou a semana calmo nas diversas praças de negociação do país. A moeda norte-americana retornou aos patamares de R$ 4,10, contribuindo para que os preços avançassem em algumas das principais regiões. Entretanto, a oleaginosa iniciou o pregão em baixa em Chicago e finalizou estável. Diante disso, os agentes mantiveram a cautela e poucos negócios foram reportados ao longo do dia no país.

RS: mercado com preços inalterados em mais um dia de pouca movimentação. Rumores apontam aproximadamente 15 mil toneladas trocando de mãos ao longo do dia no país.

PR: as cotações avançaram em um mercado com negócios isolados, sem grandes movimentações.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão, em alta no farelo e em queda no óleo na segunda-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 0,45% no farelo e perdas de 0,77% no óleo. O grão encerrou estável.

• Os agentes buscam um melhor posicionamento frente ao relatório de setembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na quinta, 12. Até lá, a tendência é de sessões voláteis.

• Hoje, o mercado iniciou o dia em baixa, pressionado pelo clima favorável ao desenvolvimento das lavouras americanas e pela demanda enfraquecida. Ao longo do dia, as cotações se recuperaram, com base em fatores técnicos. Mas perto do final da sessão, houve um ajuste e a maior parte dos contratos fechou estável ou perto disso.


CHINA O comércio da China com o exterior caiu em agosto, uma vez que o agravamento das tensões comerciais com os Estados Unidos atenuou a demanda. As informações são da agência de notícias "Dow Jones". As exportações da China caíram 1% em agosto em base anual, revertendo um ganho de 3,3% em julho, dados da Administração Geral das Alfândegas mostraram no domingo. Economistas consultados pelo "The Wall Street Journal" esperavam um crescimento de 3% nas exportações. As importações caíram por quatro meses seguidos, recuando 5,6% em agosto em base anual, a mesma queda de julho, mostraram os dados alfandegários. A previsão era de queda 6,2% nas importações. O superávit comercial da China com todos os parceiros comerciais foi de US$ 34,84 bilhões em agosto, reduzido o superávit de US$ 45,1 bilhões registrado em julho e menor que os US$ 44,2 bilhões previstos pelos economistas. Em termos de iuane, as exportações da China aumentaram 2,6% em agosto, enquanto as importações caíram 2,6%, disse a alfândega.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em alta de 0,44% no mercado à vista, cotado a R$ 4,0990 para venda, em sessão marcada pelo retorno da moeda ao nível de R$ 4,10, após o alívio da semana passada influenciado pelo exterior. Fluxo, correção e dados da China abaixo do esperado influenciaram o movimento da moeda que ganhou terreno ao longo do dia no mercado doméstico e frente às divisas de países emergentes. O analista de câmbio da Correparti, Ricardo Gomes Filho, destaca que com a ida da moeda ao nível de R$ 4,05, nas mínimas do dia no início da sessão, houve um "nível interessante" de compra, o que levou a moeda a subir, além de acompanhar o cenário externo.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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