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Informativo Diário

29/10/2019

DÓLAR FECHA ABAIXO DE R$ 4 E MERCADO DE SOJA PERMANECE LENTO NO PAÍS

Na segunda-feira, o mercado interno de soja iniciou a semana pouco movimentado nas diferentes praças de negociação do país. Na sessão de hoje, a moeda norte-americana seguiu sua tendência de queda e encerrou abaixo dos R$ 4 por dólar, o que não ocorria desde o mês de agosto deste ano. Em Chicago, a oleaginosa voltou a fechar próxima à estabilidade. Diante disso, as cotações voltaram a recuar no mercado físico e não houve registro de negócios relevantes ao longo do dia.

RS: as cotações voltaram a recuar no estado e não houve registro de lotes relevantes comercializados. Na região de Passo Fundo, as indicações estavam na faixa de R$ 83,50 por saca para embarque imediato e pagamento em meados de novembro, mas sem contrapartida de venda.

PR: sem mudança nas cotações e sem registro de negócios no estado. Na região Oeste, o comprador permanece oferecendo R$ 84 por saca para pagamento curto, mas não foram comercializados lotes relevantes.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão e no farelo, e em queda no óleo na segunda-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 0,05% no grão e 0,23% no farelo, e perdas de 0,58% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato novembro/19 atingiu a máxima de US$ 9,26 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 9,2075 por bushel, com alta de 0,5 pontos. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 3 pontos nos principais vencimentos. O vencimento março/20 avançava 2 pontos, com negócios a US$ 9,4875 por bushel.

• O otimismo em torno de um possível acordo comercial entre China e Estados Unidos e os bons números para as inspeções semanais americanas contribuíram para a recuperação.

• O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira que espera assinar uma parte significativa do acordo comercial com a China antes do previsto, mas não deu detalhes sobre o cronograma. "Provavelmente ficaremos adiantados para assinar uma parte muito grande do acordo com a China, vamos chamá-lo de Fase Um, mas é uma parcela muito grande".

• As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 1.568.399 toneladas na semana encerrada no dia 17 de outubro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado esperava o número em 1,1 milhão de toneladas.

• O USDA anunciou ainda a venda de 135 mil toneladas de farelo de soja para as Filipinas, com entrega em 2019/20. A operação ajudou a sustentar as cotações do subproduto. Já o óleo caiu, acompanhando as perdas acentuadas do petróleo no mercado internacional.

• Na semana anterior, as inspeções haviam atingido 1.303.909 toneladas. No ano passado, em igual período, o total fora de 1.352.735 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1 de setembro, as inspeções estão em 8.061.680 toneladas, contra 7.375.243 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.


CHINA O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que as negociações com a China estão "adiantadas" e acredita que um acordo será assinado durante a reunião de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico em Santiago, Chile, durante 16 e 17 de novembro.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com queda de 0,42%, sendo negociado a R$ 3,9930 para venda e a R$ 3,9910 para compra, pela primeira desde 15 de agosto, quando a moeda encerrou em R$ 3,9900. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,9760 e a máxima de R$ 4,0110. A continuidade do bom humor local somado ao exterior com "ventos de alívio" vindos da guerra comercial e da Europa ajudaram na desvalorização da moeda.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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