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Informativo Diário

17/01/2020

SOJA TEM MAIS UM DIA DE PERDAS EM CHICAGO E COMERCIALIZAÇÃO REDUZ O RITMO NO PAÍS

Na quinta-feira, o mercado interno de soja esteve calmo nas diversas praças de negociação do país. Enquanto a moeda norte-americana renovou as máximas pelo segundo pregão seguido, a commodity fechou novamente no campo negativo em Chicago. Já os prêmios permanecem mistos, entre US$ 0,53 e US$ 0,56 por bushel. Desta forma, as cotações da oleaginosa permanecem sem direção definida no mercado doméstico e poucoslotes têm sido comercializados no país.

RS: o mercado esteve bem lento no estado e as cotações encerraram de estáveis a mais baixas. Na região portuária, as indicações permanecem na faixa de R$ 90/saca CIF para embarque e pagamento no mês de junho e R$ 89 para abril, porém poucos lotes foram comercializados.

PR: negócios moderados registrados e preços de estáveis a mais altos. Na região norte, havia possibilidade de negócios na faixa de R$ 84,50 por saca para embarque e pagamento em meados de fevereiro/21. Na região portuária, o comprador sinalizava R$ 91/saca CIF para embarque e pagamento no mês de fevereiro/21.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão, em alta no farelo e em queda no óleo na quinta-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 0,51% no grão e de 0,81% no óleo, e ganhos de 0,16% no farelo. No melhor momento do dia, o contrato março/20 atingiu a máxima de US$ 9,3025 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 9,24 por bushel, com queda de 4,75 pontos. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com perdas de 3,25 pontos no vencimento março/20. O vencimento maio/20 operava com perdas de 1,25 pontos, com negócios a US$ 9,5425 por bushel.

• Os investidores estão céticos de que a China vai aumentar mesmo consideravelmente as compras de grãos dos Estados Unidos, após a assinatura da primeira fase do acordo ontem. Nem mesmo as exportações semanais norte-americana acima do esperado foram capazes de gerar suporte.

• As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2019/20, com início em 1 de setembro, ficaram em 711.500 toneladas na semana encerrada em 9 de janeiro. Representa uma forte elevação frente à semana anterior e um avanço de 3% ante à média das últimas quatro semanas. A China liderou as importações, com 216.600 toneladas. Os analistas esperavam exportações entre 400 mil a 700 mil toneladas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).


CHINA O presidente norte-americano, Donald Trump, disse que o acordo de primeira fase assinado ontem com a China é positivo para o relacionamento das duas maiores economias do mundo em longo prazo e acrescentou que os Estados Unidos estão preparados para iniciar a segunda etapa das conversas. Estados Unidos e China assinaram ontem a primeira fase do acordo comercial entre os dois países, que prevê, entre outras coisas, a suspensão da entrada em vigor de uma nova rodada de tarifas e redução à metade, para 7,5%, das sobretaxas incidentes a US$ 120 bilhões em importados chineses. No entanto, Washington manteve as tarifas de 25% a US$ 250 bilhões em mercadorias produzidas por Pequim.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com alta de 0,21%, sendo negociado a R$ 4,1900 para venda e a R$ 4,1880 para compra. Durante o dia, a moeda norteamericana oscilou entre a mínima de R$ 4,1610 e a máxima de R$ 4,2010. A divisa norte-americana renovou as máximas do ano pelo segundo pregão seguido, influenciada pelo pessimismo de investidores em meio aos indicadores domésticos abaixo das projeções com a leitura de que a recuperação da economia é lenta e pode refletir em mais quedas na taxa de básica de juros (Selic).


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado





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