Voltar

Informativo Diário

27/08/2019

ALTA NA BOLSA DE CHICAGO E DÓLAR FIRME ELEVAM PREÇOS DA SOJA NO PAÍS

Na segunda-feira, o mercado interno de soja iniciou a semana com boa movimentação nas principais praças de negociação do país. Em Chicago, a oleaginosa registrou ganhos de até 10,75 pontos nos principais vencimentos. Já em relação à moeda norte-americana, a divisa renovou as máximas e contribuiu para o avanço dos preços no mercado doméstico. Segundo rumores, aproximadamente 500 mil toneladas de soja trocaram de mãos ao longo do dia no país.

RS: as cotações fecharam de estáveis a mais altas em um mercado com bom volume de negócios. Rumores de cerca de 200 mil toneladas movimentadas ao longo do dia no estado. Conforme rumores, houve indicações na faixa dos R$ 90 para pagamento no final do mês de outubro no porto de Rio Grande.

PR: dia de alta nos preços em um mercado com boa movimentação reportada. Segundo informações, cerca de 180 mil toneladas de soja trocaram de mãos ao longo do dia no estado.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão e no farelo, e em queda no óleo na segunda-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 1,24% no grão e de 1,06% no farelo, e perdas de 0,03% no óleo.

• Os números da crop tour do Pro Farmer, as boas inspeções semanais e avanços nas negociações entre China e Estados Unidosimpulsionaram o mercado.

• O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que a China foi sincera ao afirmar que quer retomar as negociações, pois sua economia está sedo prejudicada pelas tarifas norte-americanas e quer muito fechar um acordo comercial.

• "A China quer muito fechar um acordo", disse Trump, em coletiva de imprensa em Biarritz, na França, durante a reunião do G-7 (grupo composto por Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e Canadá). "As tarifas atingiram a China fortemente".

• Mais cedo, Trump disse que oficiais da China telefonaram para autoridades norte-americanas na noite de domingo pedindo para retomar as negociações comerciais, após ameaças mútuas de sobretaxas. A China não confirmou a informação.

• Os produtores de soja dos Estados Unidos deverão colher 3,497 bilhões de bushels na temporada 2019/20, o equivalente a 95,17 milhões de toneladas. A produtividade ficou estimada em 46,1 bushels por acre.

• Os números ficaram abaixo dos indicados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), no relatório de agosto. A produção foi estimada pelo USDA em 3,680 bilhões de bushels - 100,15 milhões de toneladas. A produtividade do USDA é de 48,5 bushels por acre.

• As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 961.964 toneladas na semana encerrada no dia 22 de agosto, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado esperava o número em 900 mil toneladas. Destaque para o fato de dois terços destas inspeçõesserem de produto para a China.

• Na semana anterior, as inspeções haviam atingido 1.158.755 toneladas. No ano passado, em igual período, o total fora de 907.945 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1 de setembro, as inspeções estão em 44.447.219 toneladas, contra 55.521.416 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.

• As importações de soja dos Estados Unidos pela China em julho triplicaram na comparação com mesmo mês do ano anterior, mostraram dados de alfândega no domingo, com a chegada de cargas agendadas por estatais chinesas durante uma trégua comercial entre os dois países.

• A China, maior compradora mundial de soja, comprou em julho 911.888 toneladas da oleaginosa dos EUA, ante 308.127 toneladas no ano anterior. O montante também representou alta de 48,3% frente a junho.


CHINA Pequim se opõe fortemente à escalada da guerra comercial com Washington e está pronta para continuar as consultas com os Estados Unidos para superar as contradições, disse o vice-primeiro-ministro chinês Liu He. As informações são da agência de notícias "Sputnik". A declaração de Liu, que liderou a delegação chinesa em todas as negociações comerciais com os Estados Unidos, ocorre em meio ao agudo conflito comercial entre as duas maiores economias do mundo.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em alta de 0,36% no mercado à vista, cotado a R$ 4,1390 para venda - renovando o patamar registrado na sexta-feira de maior cotação do ano - influenciado pela piora das moedas de países emergentes com a escalada dos conflitos comerciais entre Estados Unidos e China, apesar de desacelerar a alta no fim do pregão. Em contrapartida, o dólar futuro disparou mais de 1%, a R$ 4,17, após notícias envolvendo o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





Rod. BR 373 - km 400 | Candói - PR | Brasil - CEP: 85.140-000
© 2020 | Todos os Direitos Reservados. Ultramax