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Informativo Diário

02/12/2019

SOJA FECHA EM BAIXA PELO SÉTIMO PREGÃO SEGUIDO E MERCADO ENCERRA SEMANA EM RITMO LENTO NO PAÍS

Na sexta-feira, o mercado interno de soja encerrou a semana bastante travado nas diferentes praças de negociação do país. No retorno do feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos e com sessão reduzida, a oleaginosa fechou no campo negativo pelo sétimo pregão consecutivo. Já o dólar, voltou a avançar e fechou a semana com valorização de cerca de 1,12%. No mês, a moeda norte-americana teve alta de aproximadamente 5,65%. Diante disso, os preços no mercado físico ficaram predominantemente estáveis e o foco segue no plantio, que com a melhora do clima avanço e já atinge cerca de 84,3% da área prevista.

RS: preços da soja gaúcha recuando no estado e mercado encerrando a semana calmo. Na região portuária, o comprador oferecia R$ 88 por saca CIF para embarque no mês de maio/20 e pagamento em meados de junho/20. Na região de Passo Fundo, havia possibilidade de negócios na faixa de R$ 85,50 para embarque e pagamento curtos, mas sem contrapartida de venda.

PR: cotações recuando e mercado bastante lento no estado. Na região portuária, as indicações estavam na faixa de R$ 89,50 por saca para embarque imediato e pagamento em meados de dezembro, mas sem registro de lotes significativos comercializados.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão e mistos no farelo e no óleo na sexta-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 0,59% no grão e 0,98% no farelo, e ganhos de 0,16% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato novembro/19 atingiu a máxima de US$ 8,8475 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 8,7675 por bushel, com queda de 5,25 pontos. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com perdas de até 3,5 pontos nos principais vencimentos. O vencimento março/20 operava com queda de 3,5 pontos, com negócios a US$ 8,93 por bushel.

• As incertezas sobre um acordo comercial entre Estados Unidos e China e o clima favorável às lavouras da América do Sul pressionaram o mercado.

• Na semana, as perdas chegaram a 2,3%. No mês, a queda na posição janeiro ficou em 5,6%. Nem mesmo o bom resultado das exportações semanais americanas foi suficiente para conter o movimento de vendas por parte de fundos e especuladores.

• As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2019/20, com início em 1 de setembro, ficaram em 1.664.100 toneladas na semana encerrada em 21 de novembro. Representa uma elevação de 14% frente à semana anterior e um avanço de 25% ante à média das últimas quatro semanas.

• A China liderou as importações, com 831.200 toneladas. Os analistas esperavam exportações entre 600 mil a 1,5 milhão de toneladas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).


CHINA O principal regulador financeiro da China disse que o país deve encontrar um equilíbrio entre estabilizar o crescimento e a prevenção de riscos financeiros, um dilema que Pequim enfrenta há anos, mas tem se tornado mais urgente este ano. As informações são da agência de notícias "Dow Jones". O Comitê de Estabilidade Financeira e Desenvolvimento do Conselho de Estado da China disse em uma reunião que o governo intensificará ajustes "anticíclicos", considerados pelos economistas como medidas de estímulo ao crescimento, além de resolver riscos financeiros por meio de mais reformas.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com alta de 0,59%, sendo negociado a R$ 4,2410 para venda e a R$ 4,2390 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,1830 e a máxima de R$ 4,2430. Na semana, o dólar comercial registrou valorização de 1,12%, enquanto, no mês de novembro, a moeda norte-americana apresentou avanço de 5,65%. A divisa norte-americana voltou a avançar em dia de ajustes de fim de mês e após a forte queda no pregão de ontem, quando chegou ao nível de R$ 4,21. A liquidez reduzida nos Estados Unidos em reflexo de feriado e hoje, com o pregão encerrando os negócios mais cedo, corroboraram para a alta, antes do fim de semana.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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