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Informativo Diário

10/02/2020

DÓLAR ATINGE PATAMAR HISTÓRICO, PREÇOS DA SOJA AVANÇAM E BONS NEGÓCIOS SÃO REGISTRADOS NO PAÍS

Na sexta-feira, o mercado interno de soja manteve boa movimentação nas principais praças de negociação do país. Com a moeda norte-americana superando o patamar de R$ 4,30 pela primeira vez na história, os preços da commodity avançaram no mercado doméstico. Em Chicago, a oleaginosa segue avançando de forma tímida, contribuindo para a melhora no ritmo da comercialização. Segundo rumores, pelo menos 300 mil toneladas de soja trocaram de mãos ao longo do dia no país. A comercialização da safra 2019/20 chegou a 49,8%, enquanto a da safra 2020/21 já atinge 5,2%.

RS: cotações de estáveis a mais altas e negócios moderados no estado. Na região portuária, havia possibilidade de negócios na faixa de R$ 90/saca CIF para embarque e pagamento no mês de junho.

PR: mercado apresentando melhor movimentação e preços avançando no estado. Na região oeste, as indicações estavam na faixa de R$ 84/saca para embarque no mês de janeiro/21 e pagamento em fevereiro/21. No total, segundo rumores, cerca de 150 mil toneladas de soja trocaram de mãos no estado.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão e no farelo, e em queda no óleo na sexta-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 0,11% no grão e de 0,38% no farelo, e perdas de 0,86% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato março/20 atingiu a máxima de US$ 8,8475 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 8,82 por bushel, com alta de 1 ponto. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com perdas de até 4,5 pontos nos principais vencimentos. O vencimento maio/20 operava com perdas de 0,75 ponto, com negócios a US$ 8,94 por bushel.

• As primeiras posições subiram e as mais distantes caíram, em dia de consolidação.Na semana, a posição março subiu mais de 1%.

• A expectativa de uma boa safras sul-americana e a fraca demanda pela soja americana limitaram qualquer movimento de recuperação técnica. A semana foi de reação após um período de nove sessões consecutivas de perdas, em meio à incerteza sobre o impacto do coronavírussobre a economia chinesa.


CHINA As possíveis repercussões dos efeitos do novo coronavírus sobre a economia chinesa representam risco para as perspectivas norte-americanas, segundo relatório do Federal Rerserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) ao Congresso do país. O recente surgimento do coronavírus, que levou a quarentenas na China e a suspensão de viagens dentro e fora do país "poderia levar a rupturas na China que se espalhariam para o restante da economia global". O novo coronavírus já matou 636 pessoas e o número de contaminações já passa dos 31 mil casos, de acordo com a Comissão Nacional de Saúde da China. Ainda assim, o Fed afirma que a economia norte-americana segue sólida, com o ritmo de criação de vagas no mercado de trabalho capaz de absorver novos participantes na força de trabalho.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com alta de 0,83%, sendo negociado a R$ 4,3220 para venda e a R$ 4,3200 para compra, renovando a máxima histórica de 31 de janeiro, quando fechou a R$ 4,2870 para venda. Na semana, a moeda norteamericana registrou alta de 0,81%. A divisa norte-americana renovou a máxima histórica acima de R$ 4,30 pela primeira vez na história. A moeda bateu máximas atrás de máximas ao longo do dia acompanhando o exterior onde a divisa estrangeira ganhou terreno frente às principais moedas pares e de países emergentes. Na semana, a moeda se valorizou em 0,81%.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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