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Informativo Diário

27/03/2020

DÓLAR FECHA EM QUEDA PELO TERCEIRO PREGÃO SEGUIDO, PREÇOS DA SOJA RECUAM E MERCADO PERMANECE CALMO NO PAÍS

Na quinta-feira, o mercado interno de soja esteve calmo nas diversas praças de negociação do país. A moeda norte-americana enfileirou a terceira sessão seguida de perdas, voltando a operar abaixo dos níveis de R$ 5 por dólar. Em Chicago, a commodity encerrou com ligeiras perdas, pouco afetando os preços no mercado doméstico. Com bons negócios efetuados nas últimas semanas, os agentes agora mantêm a cautela e aguardam por melhores oportunidades.

RS: dia de queda nos preços e negócios moderados. Na região portuária, havia possibilidade de negócios na faixa de R$ 101 por saca CIF para embarque e pagamento em meados de maio deste ano.

PR: negócios moderados e preços recuando no estado. Em Paranaguá, havia possibilidade de negócios na faixa de R$ 101 por saca CIF para embarque e pagamento no mês de maio deste ano.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão, em alta no farelo e em queda no óleo na quinta-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 0,14% no grão e de 0,52% no óleo, e ganhos de 0,37% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato maio/20 atingiu a máxima de US$ 8,8450 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 8,8025 por bushel, com queda de 1,25 pontos. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com perdas de até 5,75 pontos nos principais vencimentos. O vencimento julho/20 operava com perdas de 4,5 ponto, com negócios a US$ 8,8025 por bushel.

• O mercado não conseguiu manter os ganhos apresentados na retomada dos negócios e reverteu para o território negativo, em meio a vendas associadas a fatores técnicos. Nem mesmo as boas exportações semanais norte-americanas foram capazes de sustentar as cotações.

• As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2019/20, com início em 1 de setembro, ficaram em 904.300 toneladas na semana encerrada em 19 de março. Representa uma elevação de 43% frente à semana anterior e um forte avanço ante à média das últimas quatro semanas. Destinos não revelados lideraram as importações, com 406.100 toneladas.

• Para a temporada 2020/21, são mais 500 toneladas. Os analistas esperavam exportações entre 400 mil a 850 mil toneladas, somando-se as duas temporadas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).


CHINA A China não reportou novos casos de Covid-19 transmitidos dentro do território nacional, segundo a Comissão Nacional de Saúde do país mas foram registrados 67 novos casos importados, ou seja, de pessoas que se contaminaram antes de chegar no país. O total de casos da China, tanto importados como domésticos, passou para 81.285, em 31 províncias chinesas. Já o número de mortes subiu em seis, para 3.287. Além disso, há 58 novos casos suspeitos. Segundo as autoridades de saúde do país, todas novas mortes relatadas ocorreram na província de Hubei, onde o vírus foi detectado pela primeira vez, em dezembro do ano passado. Dos 67 novos casos importados na China, seis foram em Pequim e 18 em Xangai.


CÂMBIO O dólar comercial fechou a sessão em queda de 0,67%, sendo negociado a R$ 5,0000 para venda e a R$ 4,9980 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9750 e a máxima de R$ 5,0660. A divisa norte-americana fechou no terceiro recuo seguido, dando continuidade ao cenário de alívio vindo do exterior com investidores digerindo as ações de Bancos Centrais e medidas anunciadas por autoridades ao redor do globo para enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. É a primeira vez no ano que a moeda estrangeira engata três quedas seguidas. A última sequência foi em dezembro do ano passado, enquanto fechou acima de R$ 5,00 pela nona vez seguida.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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