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Informativo Diário

11/10/2019

EM DIA DE USDA, SOJA TEM SESSÃO VOLÁTIL E COMERCIALIZAÇÃO REDUZ O RITMO NO PAÍS

Na quinta-feira, o mercado interno de soja esteve calmo nas principais praças de negociação do país. Com a divulgação do relatório de outubro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a oleaginosa teve um dia bastante volátil em Chicago, encerrando com ligeiras perdas nos contratos mais ativos. A moeda norte-americana também teve um dia de fortes oscilações e pouca liquidez, fechando no campo positivo. Diante destes fatores, os preços ficaram de estáveis a mais altos no mercado físico e poucos lotes foram comercializados ao longo do dia.

RS: volumes razoáveis seguem sendo negociados no estado e na sessão de hoje as cotações avançaram na região portuária. No porto de Rio Grande, havia possibilidade de negócios na faixa dos R$ 90 por saca para pagamento e entrega no mês de novembro, onde aproximadamente 10 mil toneladas foram negociadas. Ainda na região portuária, na safra nova, as pedidas estavam na faixa de R$ 88 para embarque em maio/20 e pagamento no mês de junho/20 e cerca de 30 mil toneladas de soja trocaram de mãos ao longo do dia.

PR: o mercado teve um dia calmo no estado, mas as cotações seguem avançando. Na região portuária, o comprador oferecia R$ 89,5 por saca para entrega imediata, mas sem registro de negócios relevantes. No oeste do estado, havia possibilidade de negócios na faixa dos R$ 84 por saca também para entrega imediata, mas as pedidas estão entre R$ 1 e R$ 1,50 acima desses níveis.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão, no farelo e no óleo na quinta-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 0,02% no grão e 0,42% no farelo, e ganhos de 0,23% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato novembro/19 atingiu a máxima de US$ 9,34 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 9,2350 por bushel, com leve queda de 0,25 pontos.

• O dia foi de muita volatilidade, com os operadores avaliando o relatório de outubro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

• Confirmando as expectativas, o USDA cortou as suas estimativas para produção e estoques dos Estados Unidos em 2019/20. Mas a redução veio acima do esperado. Com isso, os preços atingiram as máximas do dia logo após o levantamento.

• Posteriormente, o mercado reduziu os ganhos e realizou lucros, com o sentimento de que o relatório já estava precificado. As atenções se voltam agora para as negociações entre China e Estados Unidos, em busca de um acordo comercial.


CHINA O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a China quer fazer um acordo comercial, mas mostrou dúvidas sobre se os Estados Unidos querem, destacando que hoje o dia será de negociações entre os dois países. "Grande dia de negociações com a China. Eles querem fazer um acordo, mas eu quero? Vou me encontrar com o vice-primeiro-ministro amanhã na Casa Branca", disse Trump, em uma mensagem no Twitter. Uma delegação comercial chinesa de alto nível, liderada pelo vice-premiê Liu He, se reúne hoje e amanhã em Washington com suas contrapartes norte-americanas, lideradas pelo representante de Comércio Robert Lighthizer e pelo secretário do Tesouro, Steven Mnuchin.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com alta de 0,51%, sendo negociado a R$ 4,1250 para venda e a R$ 4,1230 para compra. Durante o dia, a moeda norteamericana oscilou entre a mínima de R$ 4,0910 e a máxima de R$ 4,1370. A divisa norte-americana avançou em sessão marcada por fortes oscilações e baixa liquidez, influenciado pela expectativa e cautela dos investidores com mais uma rodada de negociações em torno da guerra comercial entre Estados Unidos e China iniciada hoje.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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