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Informativo Diário

18/06/2019

COM FORTE ALTA DE CHICAGO, SOJA INICIA SEMANA COM PREÇOS FIRMES

Na segunda-feira, o mercado interno de soja iniciou a semana calmo nas diferentes praças de negociação do país. Com a oleaginosa fechando acima dos US$ 9,10 por bushel em Chicago, as cotações avançaram novamente no mercado doméstico. Já a moeda norte-americana encerrou praticamente estável, pouco afetando os preços. Apesar da alta, os agentes permanecem cautelosos aguardando melhores oportunidades para negociar. Diante disso, segundo informações, poucos negócios foram reportados ao longo do dia.

RS: as cotações avançaram no estado. Segundo rumores, aproximadamente 50 mil toneladas de soja gaúcha trocaram de mãos ao longo do dia.

PR: mercado calmo no estado. Os preços tiveram alta no estado e, conforme rumores, cerca de 50 mil toneladas foram negociadas ao longo do dia.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão e no óleo, e mistos no óleo nesta segundafeira. Nas posições spot, ganhos de 1,78% no grão, de 0,24% no farelo e de 1,91% no óleo.

• A previsão de continuidade das chuvas nos Estados Unidos e atraso no plantio voltou a sustentar o mercado.

• Os agentes avaliam a possibilidade dos produtores não encerrarem a semeadura e ainda de um possível comprometimento na produtividade. No final do dia, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) vai divulgar seu levantamento de evolução e condições das lavouras. A expectativa é de área plantada em 79%.

• As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 375.302 toneladas na semana encerrada no dia 13 de junho, conforme relatório semanal divulgado pelo USDA). Analistas esperavam 750 mil toneladas.

• Na semana anterior, as inspeções haviam atingido 734.074 toneladas. No ano passado, em igual período, o total fora de 818.837 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1 de setembro, as inspeções estão em 35.644.360 toneladas, contra 48.308.014 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.


CHINA O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Wilbur Ross, afirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai continuar "feliz" em aplicar tarifas sobre produtos da China, enquanto não houver um acordo com o país. "É difícil estabelecer um prazo para isso. Acho que vamos acabar fechando um acordo, mas se não, o presidente ficará perfeitamente feliz em continuar o movimento com tarifas que já anunciamos assim como impondo novas tarifas", afirmou em entrevista ao canal "CNBC". Sobre os motivos da paralisação do acordo comercial com a China, Ross disse que as ideias não estavam alinhadas, e que os Estados Unidos priorizam a aplicação dos requisitos estabelecidos no acordo.


CÂMBIO O dólar comercial acabou encerrando o dia em perto da estabilidade, com ligeira alta de 0,02% a R$ 3,9010 para venda. Ao longo da sessão, a moeda norte-americana chegou a cair pela manhã, mas passou a subir de tarde. Essa volatilidade é normal na semana em que os investidores aguardam pela decisão do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), nas próxima quarta-feira. "Hoje tivemos uma movimentação atípica de tarde, quando o dólar subiu. Mas o mercado segue de olho na decisão sobre a taxa de juros dos Estados Unidos na reunião do Fed. Outro fator importante e que pode mexer com o dólar é a retomada da comissão especial que trata a reforma da Previdência", explicou Silvio Campos, economista da Tendências Consultoria.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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