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Informativo Diário

05/11/2019

SOJA INICIA A SEMANA COM PREÇOS PREDOMINANTEMENTE ESTÁVEIS E SEM REGISTRO DE NEGÓCIOS RELEVANTESNO PAÍS

Na segunda-feira, o mercado interno de soja iniciou a semana calmo nas diversas praças de negociação do país. Na sessão de hoje, a moeda norte-americana voltou a encerrar acima de R$ 4 por dólar. Em Chicago, a oleaginosa chegou a operar nos níveis de US$ 9,2975 e encerrou com ligeiros ganhos, possibilitando o avanço das cotações no mercado físico em algumas das principais regiões. Entretanto, os agentes permanecem aguardando melhores oportunidades e poucos negócios foram reportados com soja ao longo do dia.

RS: os preços recuaram no disponível e o mercado iniciou a semana lento no estado. Na região de Passo Fundo, o comprador sinalizava R$ 83 por saca para embarque imediato e pagamento em meados de novembro, mas não foram negociadoslotes relevantes.

PR: o mercado permaneceu calmo e as cotações encerraram em alta no estado. Na região de portuária, o comprador oferecia R$ 89,50 por saca CIF para embarque no mês de novembro e pagamento no mês de janeiro/20, porém poucos lotes foram comercializados nesse patamar.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão, em queda no farelo e em alta no óleo na segunda-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 0,16% no grão e 2,70% no óleo, e perdas de 0,49% no farelo. No melhor momento do dia, o contrato novembro/19 atingiu a máxima de US$ 9,2975 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 9,2575 por bushel, com alta de 1,5 ponto. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 3 pontos nos principais vencimentos. O vencimento março/20 operava com alta de 1 ponto, com negócios a US$ 9,5025 por bushel.

• A maior esperança de um acordo comercial entre os Estados Unidos e a China atua como fator de sustentação.

• Os Estados Unidos e a China devem assinar a fase um do acordo comercial em novembro, ainda que algum atraso seja possível, e o novo local para a assinatura do pacto está sendo definido, disse o secretário de Comércio norteamericano, Wilbur Ross.

• Sobre o local da assinatura do acordo, ele disse que isso está sendo definido. "Há uma sugestão em Iowa, Alasca, Havaí, e tenho certeza que os chineses terão algumas sugestões na China, essa deve ser a parte mais fácil para negociar", disse. A assinatura seria em Santiago, no Chile, na reunião da Cooperação EconômicaÁsia-Pacífico este mês, mas o evento foi cancelado.

• As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 1.480.632 toneladas na semana encerrada no dia 31 de outubro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado esperava o número em 1,125 milhão de toneladas.

• Na semana anterior, as inspeções haviam atingido 1.578.604 toneladas. No ano passado, em igual período, o total fora de 1.245.862 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1 de setembro, as inspeções estão em 9.552.517 toneladas, contra 8.621.105 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.


CHINA Os Estados Unidos e a China devem assinar a fase um do acordo comercial em novembro, ainda que algum atraso seja possível, e o novo local para a assinatura do pacto está sendo definido, disse o secretário de Comércio norte-americano, Wilbur Ross. "Estamos em uma boa forma, fazendo bons progressos, não há razão natural para que não poderia ser" assinado em novembro, disse ele, em entrevista ontem à "Bloomberg TV". "Mas se vai escorregar um pouco, quem sabe. Sempre é possível", acrescentou.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com alta de 0,42%, sendo negociado a R$ 4,0150 para venda e a R$ 4,0130 para compra. Durante o dia, a moeda norteamericana oscilou entre a mínima de R$ 3,9760 e a máxima de R$ 4,0150. A divisa norte-americana avançou em dia de agenda esvaziada, porém, com o mercado calibrando as notícias no exterior que melhoraram o desempenho do dólar com sinais de avanços no acordo comercial entre Estados Unidos e China, e a saída de fluxo do mercado local, além da espera pelo leilão do pré-sal na quarta-feira.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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