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Informativo Diário

02/08/2019

SOJA RECUA PELO TERCEIRO PREGÃO SEGUIDO EM CHICAGO E COMERCIALIZAÇÃOSEGUE EM RITMO LENTO

Na quinta-feira, o mercado interno de soja ficou travado nas principais praças de negociação do país. A oleaginosa segue acumulando perdas em Chicago, atingindo o terceiro pregão consecutivo no campo negativo. Somente hoje, a soja registrou queda de até 17 pontos nos principais vencimentos. Entretanto, a moeda norte-americana encerrou com importantes ganhos e os prêmios avançaram, impedindo uma queda mais significativa nas cotações no mercado doméstico. Diante deste cenário, com as pedidas muito acima dos preços praticados,somente negócios pontuaistêm sido reportados no país.

RS: registro de preços inalterados em um mercado com negócios isolados. Segundo rumores, aproximadamente 10 mil toneladas de soja gaúcha trocaram de mãos ao longo do dia.

PR: mercado com cotações firmes no disponível e estáveis no futuro, em sua maioria ficando apenas nominais.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão, no farelo e no óleo na quinta-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 1,97% no grão, de 1,68% no farelo e de 0,25% no óleo.

• O mercado foi surpreendido no meio da tarde com a decisão do governo americano de taxar adicionalmente em 10% cerca de US$ 300 bilhões em produtos chineses.

• A taxação foi anunciada pelo presidente Donald Trump, através do Twitter. O resultado foi queda generalizada nas commodities, o petróleo despencando quase 8%, o dólar subindo e os índices acionários caindo nos Estados Unidos. A soja seguiu este desempenho negativo.


CHINA O presidente norte-americano, Donald Trump, disse que as novas tarifas anunciadas hoje à China podem ser elevadas em etapas caso Pequim não aja com celeridade na implementação de compromissos que levem a um acordo comercial mais amplo com os EstadosUnidos. "As tarifas anunciadas hoje estarão em vigor por um curto período, até que as negociações de setembro comecem e deem algum resultado concreto. Caso isso não aconteça, posso elevar as sobretaxas em etapas até 25% ou mais. Tudo dependerá de como a China vai se comportar nas negociações", disse. Mais cedo, Trump afirmou que vai iniciar, a partir do dia 1 de setembro, a aplicação de tarifas de 10% sobre os US$ 300 bilhões em produtos remanescentes importados da China, dias após representantes norteamericanosterem viajado a Xangai para retomar as negociações comerciais.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em alta de 0,78% no mercado à vista, cotado a R$ 3,8480 para venda, acumulando quatro altas seguidas, em reação ao anúncio do presidente norte-americano, Donald Trump, à tarde de que aplicará, tarifas de 10% sobre US$ 300 bilhões em produtos da China a partir do mês que vem. Investidores ainda reagiam à decisão dos bancos centrais ontem. "A guerra comercial entre os Estados Unidos e China ganhou novo capítulo hoje e atinge outros produtos que ainda não haviam sido alcançados por medidas anteriores", comenta o diretor da Correparti, Ricardo Gomes. A reação foi globalmente negativa e afetou as moedas de países emergentes e ligadas às commodities que acompanharam a forte desvalorização do petróleo WTI, em que os preços dos contratos futuros registraram quedas de mais de 7%, acima de US$ 54,00 o barril.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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