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Informativo Diário

14/06/2019

SOJA PERMANECE COM PREÇOS FIRMES, MAS COMERCIALIZAÇÃO SEGUE EM RITMO LENTO NO PAÍS

Na quinta-feira, o mercado interno de soja seguiu pouco agitado nas principais praças de negociação do país. O cenário permanece o mesmo, com os contratos futuros avançando consideravelmente em Chicago, mas com dólar e prêmios recuando. Os agentes permanecem cautelosos e seguem demonstrandomaior interesse no milho.

RS: preços firmes no estado e, segundo informações, cerca de 20 mil toneladas foram negociadas ao longo do dia.

PR: cotações estáveis no estado e poucos volumes negociados ao longo do dia no estado. Houve registro de negócios no porto na faixa dos R$ 83 para pagamento em julho, mas volumes pouco relevantes.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão, no farelo e no óleo nesta quinta-feira. Nas posições spot, ganhos de 1,13% no grão, de 0,68% no farelo e de 1,66% no óleo.

• O mercado teve ganhos consistentes pela segunda sessão consecutiva, reflexo da previsão de clima úmido nas regiões produtoras dos Estados Unidos.

• As chuvas deverão atrasar ainda mais o plantio da safra americana, comprometendo a finalização do processo e comprometendo o potencial produtivo. Este cenário vem assegurando a presença de fundos e especuladores na ponta compradora.

• As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2018/19, com início em 1 de outubro, ficaram em 255.900 toneladas na semana encerrada em 6 de junho. Representa uma retração de 50% frente à semana anterior e é 44% inferior à média das últimas quatro semanas. Egito liderou as importações, com110.000 toneladas.

• Para a temporada 2019/20, ficaram em 275.200 toneladas. Os analistas esperavam exportações entre 350 mil a 700 mil toneladas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).


CHINA O Ministério do Comércio da China afirmou nesta quinta-feira que o país não irá se render a nenhuma "pressão máxima" dos Estados Unidos, e qualquer tentativa dos EUA de forçar a China a aceitar um acordo comercial vai falhar. "A China não fará concessões por questões de princípio", disse o porta-voz do ministério, Gao Feng, a repórteres. As negociações comerciais entre as duas maiores economias do mundo entraram em colapso em maio. Autoridades dos EUA disseram que a China queria mudar compromissos já feitos em questões como roubo de propriedade intelectual. Questionado sobre a acusação do presidente norte-americano, Donald Trump, de que a China renegou suas promessas, Gao disse: "Nada está fechado até que tudo esteja fechado". As informaçõessão da Reuters Brasil.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em queda de 0,38%, cotado a R$ 3,8550 para venda, reagindo à apresentação do parecer da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara dos Deputados. O relator do texto, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), leu a matéria revisada e que prevê economia de R$ 913,4 bilhões em 10 anos, ficando acima do esperado pelo mercado, o que alimentou o bom humor local. Mesmo com o montante acima do esperado pelos investidores - que apostavam em economia entre R$ 800 bilhões a R$ 900 bilhões - e com os avanços da pauta, o dólar ainda resistiu ao nível de R$ 3,85, mesmo tendo renovado mínimas no início da sessão a R$ 3,8360 (-0,88%). "Há sim resistência nos R$ 3,85", comenta o diretor de câmbio do grupo Ourominas, Mauriciano Cavalcante.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.

 





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