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Informativo Diário

28/06/2019

À ESPERA DO USDA, SOJA TEM DIA VOLÁTIL E MERCADO PERMANECE EM RITMO LENTO

Na quinta-feira, o mercado interno de soja continuou pouco agitado nas diversas praças de negociação do país. A oleaginosa voltou a encerrar no campo negativo em Chicago. Além disso, a moeda norte-americana fechou em queda pela segunda sessão seguida. Diante disso, os preços tiveram pouca alteração no mercado doméstico e não foram reportados negócios relevantes ao longo do dia no país. O aumento da demanda por caminhões em virtude da safrinha de milho permanece pressionando as cotações dos fretes, que voltaram a subir na semana.

RS: as cotações encerraram estáveis e não foram reportados negócios relevantes ao longo do dia no estado.

PR: preços recuando no estado e sem negócios relevantes.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão, no farelo e no óleo nesta quinta-feira. Nas posições spot, perdas de 0,72% no grão e de 0,38% no farelo. O óleo encerrou estável.

• Em sessão volátil, o mercado foi pressionado pela previsão de clima seco para o cinturão produtor norte-americano, o que é favorável ao desenvolvimento dos trabalhos no campo, após os recentes excessos de umidade. Os investidores também se posicionaram frente aos relatórios do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), de área de soja americana em 2019 e dos estoques trimestrais em 1 de junho, que serão apresentados amanhã, às 13 horas.

• Segundo analistas e corretores consultados pelas agências internacionais. o USDA deverá indicar área de 84,592 milhões de acres, abaixo dos 89,196 milhões de acres cultivados em 2018. No final de março, o USDA divulgou o relatório de intenção de plantio. Naquela oportunidade, o Departamento apostava em uma área de 84,617 milhões de acres.

• O Departamento vai divulgar também o relatório para os estoques trimestrais americanos na posição 1o de junho. O mercado aponta estoques de 1,856 bilhão de bushels. Em 1o de março, o estoque ficou em 2,716 bilhões e em junho do ano passado os produtores tinham 1,219 bilhão de bushels armazenados.


CHINA Os Estados Unidos e a China teriam concordado com uma trégua em sua disputa comercial nas vésperas da reunião do G-20 (grupo que reúne economias mais industrializadas e países emergentes), realizada nesta sexta-feira e sábado em Osaka, no Japão. As informações são da agência de notícias "Dow Jones". Segundo o jornal independente de Hong Kong, "South China Morning Post", citando fontes próximas às duas equipes de negociação, o acordo evitaria uma nova rodada de tarifas dos Estados Unidos para praticamente todas as importações chinesas, no valor de US$ 325 bilhões, e seria anunciado antes da reunião por comunicados, em vez de declaração conjunta.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em queda de 0,36% no mercado à vista, cotado a R$ 3,8340 para venda, em dia de oscilações no cenário local, influenciado por desdobramentos da reforma da Previdência, em meio à falas de líderes do Congresso. Na primeira parte dos negócios, a moeda refletiu o mau humor do mercado, renovando máximas a R$ 3,8740 (+0,67%) com o adiamento da leitura do parecer da reforma na comissão especial da Câmara dos Deputados para a próxima semana. "Os temores de um maior atraso na tramitação da reforma da Previdência somados à ausência de notícias boas no exterior, foram suficientes para manter o dólar pressionado", comenta o analista de câmbio da Correparti, Ricardo Gomes Filho.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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