Voltar

Informativo Diário

15/10/0219

CHICAGO E DÓLAR AVANÇAM E MERCADO DE SOJA INICIA SEMANA COM PREÇOS FIRMES NO PAÍS

Na segunda-feira, o mercado interno de soja iniciou a semana com movimentação razoável nas diferentes praças de negociação do país. Atingindo a máxima de US$ 9,4550 no contrato mais ativo em Chicago ao longo do pregão, os preços da oleaginosa voltaram a subir no mercado doméstico. A moeda norte-americana também teve um dia bastante positivo, alcançando os níveis de R$ 4,1390 ao longo do dia e contribuindo para o avanço das cotações. Diante disso, segundo rumores, ao menos 200 mil toneladas de soja trocaram de mãos ao longo do dia no país.

RS: dia de negócios razoáveis registrados e preços avançando no estado. No porto de Rio Grande, havia possibilidade de negócios na faixa dos R$ 90 por saca para entrega imediata, patamar onde cerca de 10 mil toneladas foram negociadas. Na safra nova, ao menos 30 mil toneladas de soja trocaram de mãos ao longo do dia no estado.

PR: os preços tiveram alta no estado e bons negócios foram registrados. Na região portuária, havia possibilidade de negócios na faixa dos R$ 91 por saca para pagamento no mês de dezembro. Segundo rumores, ao menos 100 mil toneladas de soja paranaense trocaram de mãos ao longo do dia no país.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão e no farelo, e em alta no óleo na segunda-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 0,48% no grão e 0,23% no óleo, e perdas de 0,29% no farelo. No melhor momento do dia, o contrato novembro/19 atingiu a máxima de US$ 9,4550 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 9,4050 por bushel, com alta de 4,5 pontos. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 3,75 pontos nos principais vencimentos. O vencimento março/20 avançava 3 pontos, com negócios a US$ 9,64 por bushel.

• O mercado testou as máximas, operando próximo dos melhores níveis desde o início de abril.

• A previsão de chuvas para o cinturão produtor americano, atrasando a colheita, deu sustentação aos preços. O mercado também se mostra otimista com os avanços nas negociações comerciais entre China e Estados Unidos em busca de um acordo.


CHINA O acordo preliminar anunciado entre Estados Unidos e China vai cimentar as tarifas de importação elevadas como regra na relação comercial entre os dois países, e embora seja negativo para o crescimento mundial, pode ter efeitos positivos ao reduzir a incerteza, segundo o banco Nordea. As informações divulgadas até o momento indicam que a China prometeu comprar mais produtos agrícolas dos Estados Unidos que, em contrapartida, não elevarão de 25% para 30% a alíquota de importação sobre US$ 250 bilhões em produtos chineses - como estava previsto para ocorrer nesta segunda-feira.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com alta de 0,75%, sendo negociado a R$ 4,1270 para venda e a R$ 4,1250 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,1110 e a máxima de R$ 4,1390. A divisa norte-americana avançou em meio aos dados abaixo do esperado da balança comercial da China refletindo os impactos da guerra comercial travada com os Estados Unidos, além das incertezas em torno do acordo parcial fechado entre os países na sexta-feira. A sessão foi de poucos negócios com o feriado nos Estados Unidos que paralisou os negócios de renda fixa.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





Rod. BR 373 - km 400 | Candói - PR | Brasil - CEP: 85.140-000
© 2021 | Todos os Direitos Reservados. Ultramax