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Informativo Diário

20/05/2020

SOJA TEM DIA DE PREÇOS MISTOS E POUCA MOVIMENTAÇÃO NO PAÍS

Na terça-feira, o mercado interno de soja permaneceu pouco agitado nas diversas praças de negociação do país. O câmbio segue volátil, iniciando no campo negativo e fechando a sessão com ganhos consideráveis. Em Chicago, a commodity teve um dia de ligeiras perdas. Os prêmios seguem firmes, ficando entre 72 e 80 centavos de dólar por bushel na posição junho/21. Após bons negócios nas últimas semanas, os agentes aguardam melhores oportunidades para voltar a negociar e pouca movimentação foi reportada ao longo do dia no país.

RS: sem alteração nas cotações e mercado pouco agitado. Na região portuária, para embarque e pagamento em meados de abril/maio/21, as indicações permanecem entre R$ 107 e R$ 107,50 por saca. Para embarque e pagamento em meados de agosto deste ano, as indicações estavam na faixa de R$ 116.

PR: dia de queda nas cotações e mercado lento. Para embarque e pagamento em meados de junho/21, as indicações estavam entre R$ 108,50 e R$ 109 porsaca. MT: mercado segue lento e os preços ficaram estáveis. Na região de Campo Verde, Jaciara e Primavera do Leste, o comprador segue oferecendo entre R$ 104 e R$ 105 por saca para embarque no mês de julho e pagamento em meados de agosto deste ano. Para embarque e pagamento em meados de março/21, as indicações permanecem entre R$ 92 e R$ 93 porsaca.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão e no farelo, e em queda no óleo na terça-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 0,23% no grão, de 0,24% no farelo e de 0,76% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato julho/20 atingiu a máxima de US$ 8,4850 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 8,43 por bushel, com queda de 2 pontos. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com perdas de até 3,5 pontos nos principais vencimentos. O vencimento agosto/20 operava com perdas de 2,75 pontos, com negócios a US$ 8,45 por bushel.

• O mercado não sustentou os ganhos iniciais, se ressentindo de sinais de demanda, principalmente da China.

• Ao contrário do que se esperava, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) não anunciou novas aquisições de soja americana pela China, após o bom volume da semana anterior. • Além disso, a previsão indica clima favorável ao avanço do plantio nos EUA, ainda que o relatório de ontem do USDA tenha indicado um progresso aquém do esperado.

• Até 17 de maio, a área plantada estava apontada em 53%. O mercado apostava em 56%. Na semana passada, os trabalhos cobriam 38% da área. Em igual período do ano passado, a semeadura era de 16%. A média é de 38%.

• Completando o quadro negativo, o cenário financeiro também mudou. O otimismo de ontem e do início do dia se transformou em dúvida sobre a reabertura da economia americana.


CHINA A China aumentou significativamente as compras de produtos agrícolas dos Estados Unidos no últimos dois meses, segundo as autoridades norte-americanas, mesmo após compras em outros setores não atenderam às expectativas do acordo comercial de primeira fase entre Washington e Pequim. As informações são da agência de notícias "Dow Jones".


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,62%, sendo negociado a R$ 5,7610 para venda e a R$ 5,7590 para compra. Durante o dia, a moeda norteamericana oscilou entre a mínima de R$ 5,6840 e a máxima de R$ 5,7630. A divisa norte-americana voltou a avançar, depois de forte oscilação ao longo do pregão digerindo o impasse doméstico em relação ao feriado prolongado em São Paulo e o funcionamento da bolsa de valores brasileira, a B3. No fim dos negócios, a moeda acelerou os ganhos acompanhando o exterior em meio à notícia sobre a vacina testada em humanos para a covid-19.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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