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Informativo Diário

22/08/2019

COM CHICAGO E DÓLAR NOVAMENTE EM DIREÇÕES OPOSTAS, MERCADO DE SOJA PERMANECE EM RITMO LENTO NO PAÍS

Na quarta-feira, o mercado interno de soja esteve calmo nas principais praças de negociação do país. A oleaginosa subiu em Chicago, mas a moeda norte-americana recuou. Os participantes testam novos patamares, com indicações na faixa dos R$ 88,00 em Santos. Mercado aguarda o patamar de R$ 90,00 para voltar a negociar.

RS: registro de cotações de estáveis a mais altas em um mercado com negócios isolados, sem volumes relevantes sendo envolvidos.

PR: mercado com preços estáveis em mais um dia de negociações isoladas. Região portuária com indicação mantida a R$ 87,00 para entrega e pagamentos curtos.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão e no óleo, e mistos no farelo na quarta-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 0,55% no grão, de 0,23% no farelo e de 1,09% no óleo.

• Os resultados obtidos durante a Crop Tour realizada pela Pro Farmer seguem impactando positivamente sobre as cotações, evidenciando que as lavouras se desenvolvem pior que em anos anteriores, confirmando uma safra menor nos Estados Unidos.

• Mas os ganhos seguem limitados pelos boletins meteorológicos. A previsão é de chuvas para o cinturão produtor americano nos próximos dias. As precipitações beneficiariam as lavouras em um período crítico para a definição do potencial produtivo.


CHINA O presidente Donald Trump disse que os Estados Unidos e a China "provavelmente" farão um acordo comercial, reportou a "Bloomberg", levando o índice Dow Jones a subir para uma nova alta no dia. As informações são da agência de notícias "Dow Jones". O mercado já subiu bastante no dia graças aos ganhos da Lowe's e Target (TGT), mas atingiu um teto. Quando chegaram as manchetes sobre os comentários do presidente, o teto foi superado. Claro, são necessários dois para fazer um acordo, e não está claro se a China está pronta para fazer um e sob quais condições. "Ao lidar com um parceiro inconstante de negociação que pode mudar de ideia a qualquer momento, pode ser mais seguro para a China esperar por um acordo completo do que implementar cada acordo individual, como é alcançado", escreve Richard Koo, da Nomura.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em queda de 0,51% no mercado à vista, cotado a R$ 4,0310 para venda, em dia de alívio no exterior, principalmente para as moedas de países emergentes, com investidores precificando possíveis sinais do futuro da política monetária nos Estados Unidos. Porém, a ata do banco central norte-americano, porém, deu poucas pistas sobre os próximos passos da autoridade monetária. Para o diretor superintendente de câmbio da Correparti, Jefferson Rugik, a queda foi "sintonizada" com o exterior em um dia de trégua no mau humor global. "Investidores partiram em busca de risco, motivados pela possibilidade de uma flexibilização mais agressiva por parte do Fed", comenta. O Federal Reserve (banco central norte-americano) divulgou a ata da última reunião de política monetária na segunda parte dos negócios, com o dólar exibindo poucas oscilações após o documento.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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