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Informativo Diário

08/10/2019

MERCADO DE SOJA INICIA A SEMANA COM PREÇOS FIRMES, MAS COMERCIALIZAÇÃO SEGUE EM RITMO LENTO

Na segunda-feira, o mercado interno de soja iniciou a semana pouco agitado nas diferentes praças de negociação do país. No pregão de hoje, a divisa norte-americana encerrou com forte alta, atingindo a máxima de R$ 4,1071 ao longo da sessão após três dias seguidos de perdas. Em Chicago, depois de atingir o maior patamar em mais de dois meses, a oleaginosa teve um dia bastante volátil e encerrou com ligeiras perdas. Diante destes fatores, as cotações ficaram de estáveis a mais altas no mercado doméstico e somente negócios pontuais foram reportados com soja.

RS: semana começa com preços firmes no estado, mas pouca movimentação reportada. No porto de Rio Grande, era possível fechar contratos a R$ 88 por saca para pagamento e entrega no mês de novembro, porém somente negócios pontuais foram registrados.

PR: dia de preços firmes, mas o mercado segue calmo no estado. Em Cascavel, no Oeste paranaense, o comprador oferecia R$ 81,50 por saca para entrega imediata, mas também não havia contrapartida de venda na região.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão, em queda no farelo e em alta no óleo na segunda-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 0,10% no grão e 0,46% no farelo, e ganhos de 0,73% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato novembro/19 atingiu a máxima de US$ 9,1950 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 9,1525 por bushel, com queda de 1 ponto. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com perdas de até 0,5 pontos nos principais vencimentos. O vencimento março/20 operava estável, com negócios a US$ 9,4075 por bushel.

• Após atingir o melhor nível em mais de dois meses na sexta, o mercado buscou consolidação técnica, em uma sessão de muita volatilidade. • Os operadores tentam se posicionar frente ao relatório de outubro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado no dia 10. O Departamento deverá indicar redução na estimativa para a safra americana de soja em 2019/20.

• Analistas consultados pelas agências internacionais apostam que o USDA indicará produção americana em 2019 de 3,571 bilhões de bushels, contra 3,633 bilhões indicados em setembro e 4,544 bilhões do ano anterior.

• Em relação aos estoques de passagem, o USDA deverá reduzir a sua estimativa para a temporada 2019/20 de 640 milhões para 510 milhões de bushels.

• Os estoques globais da oleaginosa deverão ser cortados de 112,4 milhões de toneladas para 110,7 milhões de toneladas em 2018/19. Para a próxima temporada, a expectativa é de estoques de 96,9 milhões, contra 99,1 milhões projetados em setembro.

• Os agentes também aguardam novidades vindas do encontro entre representantes chineses e americanos, que discutem um acordo comercial. As conversas terão início na quinta. Hoje, o USDA anunciou a venda de 198 mil toneladas para a China e outras 240 mil toneladas para destinos não revelados por parte dos exportadores privados.

• As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 1.038.988 toneladas na semana encerrada no dia 3 de outubro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado esperava número de 1,25 milhão de toneladas.


CHINA Autoridades chinesas reduziram significativamente o escopo de questões que estão dispostas a discutir em negociações comerciais futuras com os Estados Unidos, reportou a "Bloomberg". As informações são da agência de notícias "Dow Jones". O líder da delegação comercial da China, vice-premiê Liu He, disse recentemente que a China não se comprometerá a reformar as políticas industriais ou subsídios do governo - duas das principais demandas da administração de Donald Trump, relatou a "Bloomberg".


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com alta de 1,12%, sendo negociado a R$ 4,1036 para venda e a R$ 4,1029 para compra. Durante o dia, a moeda norteamericana oscilou entre a mínima de R$ 4,0580 e a máxima de R$ 4,1071. A divisa norte-americana avançou em sessão movimentada com notícias do exterior e domésticas, além da liquidez reduzida. Aqui, no fim da manhã, a moeda acelerou os ganhos em meio aos rumores de que o ministro da Economia, Paulo Guedes, estaria se preparando para deixar o governo em fevereiro.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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