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Informativo Diário

05/12/2019

COM A TERCEIRA QUEDA SEGUIDA DO DÓLAR, MERCADO DE SOJA PERMANECE POUCO AGITADO NO PAÍS

Na quarta-feira, o mercado interno de soja esteve calmo nas principais praças de negociação do país. Na sessão de hoje, a moeda norte-americana encerrou pelo terceiro pregão consecutivo no campo negativo. Em Chicago, a oleaginosa fechou com importantes ganhos e as cotações tiveram oscilação mista no mercado físico. Restando pouca oferta no disponível nas principais regiões e com preços pouco atrativos na safra nova, os negócios com soja permanecemescassosno país.

RS: não houve mudança nos preços e os negócios permanecem escassos. Na região portuária, o comprador segue sinalizando R$ 87 por saca CIF para embarque no mês de maio/20 e pagamento em meados de junho/20. Na região de Passo Fundo, as indicações permanecem na faixa de R$ 84,50 para embarque e pagamento curtos, porém não houve negóciosrelevantes.

PR: dia de alta nos preços e sem registro de lotes significativos comercializados. Na região portuária, o comprador oferecia R$ 89,50 por saca CIF para embarque imediato e pagamento em meados de janeiro/20. Para pagamento em meados de fevereiro/20, as indicações estavam na faixa de R$ 90 por saca CIF, porém sem contrapartida de vendas. A comercialização da safra 2019/20 está estimada em cerca de 30% no estado.


CHICAGO(CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão e no óleo, e mistos no farelo na quarta-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 0,80% no grão, 0,71% no farelo e 0,93% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato janeiro/20 atingiu a máxima de US$ 8,80 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 8,78 por bushel, com alta de 7 pontos. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 8,25 pontos nos principais vencimentos. O vencimento março/20 operava com ganhos de 8 pontos, com negócios a US$ 8,9350 por bushel.

• Houve um maior interesse de compra, diante dos rumores de que os Estados Unidos e a China podem fechar um acordo ainda este mês, apesar das declarações de terça-feira do presidente Donald Trump, que mostravam um quadro menos favorável. A forte alta do petróleo, de cerca de 4%, também influencioupositivamente os preços.

• Segundo fontes ouvidas pela Bloomberg, a China e os Estados Unidos completarão a primeira fase de um acordo comercial antes do prazo tarifário em 15 de dezembro, apesar dos comentários um dia antes do presidente norteamericano, Donald Trump, que colocaram em dúvida um acordo.


CHINA O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que as negociações com a China "estão indo muito bem" e que um acordo com a União Europeia deverá ser discutido em breve. O presidente disse não estar "trabalhando muito duro" para convencer os europeus e outros países a não utilizarem equipamentos da chinesa Huawei, mas que acredita que a maioria já entendeu que "o equipamento deles apresenta um risco à segurança".


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com queda de 0,07%, sendo negociado a R$ 4,2040 para venda e a R$ 4,2020 para compra. Durante o dia, a moeda norteamericana oscilou entre a mínima de R$ 4,1850 e a máxima de R$ 4,2060. A divisa norte-americana fechou no terceiro recuo seguido, exibindo o sentimento mais positivo no exterior em meio à desvalorização global da divisa com esperanças renovadas de que Estados Unidos e China fechem um acordo preliminar nos próximos dias, após falas do presidente norte-americano, Donald Trump. O otimismo local com dados mais positivos da economia corroborou para o movimento de queda que prevaleceu por todo o pregão.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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