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Informativo Diário

17/10/2019

PREÇOS DA SOJA RECUAM NO MERCADO DOMÉSTICO E COMERCIALIZAÇÃO REDUZ O RITMO

Na quarta-feira, o mercado interno de soja esteve calmo nas diferentes praças de negociação do país. As perdas em Chicago e a volatilidade da moeda norteamericana contribuíram para o recuo das cotações no mercado físico. O produtor segue cauteloso diante das especulações climáticas e permanece aguardando melhores condições para negociar.

RS: mercado pouco agitado e cotações de estáveis a mais altas. No porto de Rio Grande, havia possibilidade de negócios na faixa dos R$ 91 por saca para entrega imediata, mas sem contrapartida de venda.

PR: cotações mistas e poucos negócios reportados na sessão de hoje. Na região Norte do estado, o comprador sinalizava R$ 86 por saca para entrega imediata, mas sem registro de volumes relevantes negociados.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão, em queda no farelo e em alta no óleo na quarta-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 0,64% no grão e 0,97% no farelo, e ganhos de 0,03% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato novembro/19 atingiu a máxima de US$ 9,3875 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 9,28 por bushel, com queda de 6 pontos. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com perdas de até 1,75 ponto nos principais vencimentos. O vencimento março/20 recuava 1,5 pontos, com negócios a US$ 9,5775 por bushel.

• O avanço da colheitas nos Estados Unidos e a melhora das lavouras americanas pressionou o mercado, em dia de muita volatilidade.

• O mercado aguarda também novidades sobre o acordo comercial encaminhado entre China e Estados Unidos. Em meio a este cenário, os negociadores optaram por realizar lucros após os preços esbarrarem nos maiores patamares em 16 meses na segunda.

• O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução colheita das lavouras de soja. Até 13 de outubro, a área colhida estava apontada em 26%. Em igual período do ano passado, a colheita era de 37%. A média é de 49%. Na semana anterior, estava em 14%. O mercado apostava em número de 25%.

• Segundo o USDA, até 13 de outubro, 54% estavam entre boas e excelentes condições, 32% em situação regular e 14% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 53%, 32% e 15%, respectivamente. • O mercado esperava que 52% das lavouras estivessem em boas a excelentes condições.


CHINA A China já começou a comprar produtos agrícolas dos Estados Unidos, como parte da fase um do acordo comercial fechado entre os dois países, disse o presidente norte-americano, Donald Trump, em coletiva de imprensa na Casa Branca. Trump destacou que os representantes comerciais fizeram um acordo que inclui a compra de entre US$ 40 bilhões e US$ 50 bilhões de produtos agrícolas norteamericanos pelos chineses. "A China já começou a comprar produtos agrícolas", disse ele, acrescentando que outras questões também estão "avançando rapidamente".


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com queda de 0,21%, sendo negociado a R$ 4,1570 para venda e a R$ 4,1550 para compra. Durante o dia, a moeda norteamericana oscilou entre a mínima de R$ 4,1520 e a máxima de R$ 4,1880. A divisa norte-americana recuou depois de exibir fortes oscilações ao longo da sessão em meio às incertezas com as tratativas comerciais entre Estados Unidos e China. A declaração do presidente norte-americano, Donald Trump, na segunda parte dos negócios de compra de produtos agrícolas por parte do país asiático aliviou os mercados.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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