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Informativo Diário

23/12/2019

CHICAGO E DÓLAR AVANÇAM, MAS PREÇOS DA SOJA FICAM PREDOMINANTEMENTE ESTÁVEIS NO PAÍS

Na sexta-feira, o mercado interno de soja encerrou a semana em ritmo lento nas diferentes praças de negociação do país. Em Chicago, a oleaginosa encerrou em alta, chegando a atingir a máxima de US$ 9,2825 ao longo do pregão. Já a moeda norte-americana, registrou ganhos significativos, chegando a encostar nos níveis de R$ 4,10 por dólar. Diante disso, os preços ficaram de estáveis a mais altos no mercado doméstico e os negócios com soja permanecem escassos no país. Em fase de finalização, os trabalhos de plantio da nova safra brasileira chegam a 95,7% da área total esperada, enquanto na semana anterior esse percentual era de 94,2%.

RS: o mercado encerrou a semana calmo e os preços ficaram inalterados. Na região de Passo Fundo, o comprador segue sinalizando R$ 82,50 por saca para embarque no mês de maio/20 e pagamento em meados de junho/20, mas sem contrapartida de vendas.

PR: sem registro de negócios e mercado lento. Na região oeste do estado, as indicações permanecem na faixa de R$ 84 por saca para embarque e pagamento curtos, porém não foram comercializados lotes significativos.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão, no farelo e no óleo na sexta-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 0,40% no grão e perdas de 0,16% no farelo. O óleo encerrou estável. No melhor momento do dia, o contrato janeiro/20 atingiu a máxima de US$ 9,30 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 9,2825 por bushel, com alta de 3,75 pontos. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 1 ponto nos principais vencimentos. O vencimento março/20 operava com ganhos de 0,5 ponto, com negócios a US$ 9,3675 por bushel.

• As primeiras posições subiram e as com vencimento mais distante recuaram. Na véspera da semana de Natal, os agentes optaram por buscar um posicionamento.

• Na semana, a posição janeiro subiu 2,25%, impulsionada pelo sentimento de aquecimento da demanda pela soja americana. O acordo comercial entre China e Estados Unidos e a elevação nas tarifas de exportação da Argentina sustentaram as cotações ao longo da semana.


CHINA O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que teve uma "conversa muito boa" com o presidente chinês, Xi Jinping, sobre o acordo comercial entre os dois países. "A China já começou a fazer grandes compras de produtos agrícolas. A assinatura formal está sendo marcada", afirmou Trump em mensagem no Twitter. O presidente norte-americano também afirmou que os dois estão falando sobre outros assuntos como os protestos em Hong Kong. "Também conversamos sobre a Coreia do Norte, na qual estamos trabalhando junto à China, e Hong Kong (progresso!)", escreveu ele.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com alta de 0,76%, sendo negociado a R$ 4,0940 para venda e a R$ 4,0920 para compra. Durante o dia, a moeda norteamericana oscilou entre a mínima de R$ 4,0600 e a máxima de R$ 4,0990. Na semana, a moeda registrou queda de 0,36%. A divisa norte-americana fechou no maior valor da semana em meio ao baixo volume de negócios que prevaleceu nos últimos pregões do ano e ainda, com o movimento de saída de remessas de empresas para o exterior. Na semana, a moeda se desvalorizou em 0,36%, na terceira semana seguida de queda em meio ao baixo volume de negócios.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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