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Informativo Diário

23/03/2020

DÓLAR TEM MAIS UM DIA DE FORTE QUEDA E COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA REDUZ O RITMO NO PAÍS

Na sexta-feira, o mercado interno de soja reduziu o ritmo nas principais praças de negociação do país. Em Chicago, a oleaginosa segue avançando e atingiu a máxima de US$ 8,64 por bushel ao longo do pregão. Porém, a moeda norte-americana fechou novamente com forte queda, mas manteve-se nos níveis de R$ 5 por dólar. Os prêmios também avançaram, ficando na faixa entre US$ 0,48 e US$ 0,55 por bushel nos principais vencimentos. Diante disso, as cotações tiveram oscilação mista no mercado doméstico e poucos negócios foram registrados ao longo do dia no país. Os trabalhos de colheita da nova safra brasileira de soja tiveram bom avanço na maioria das regiões e chegam a 68,4% da área total esperada.

RS: preços mistos e negócios moderados no estado. Na região portuária, havia possibilidade de negócios na faixa de R$ 101 por saca CIF para embarque e pagamento em meados de junho/julho deste ano. Para embarque em meados de março/abril/21 e pagamento no final do mês de maio/21, no melhor momento do dia, o comprador sinalizava R$ 96,50/saca. Rumores apontam pelo menos 50 mil toneladas de soja comercializadas ao longo do dia.

PR: volume moderado de negócios e preços recuando no estado. Em Paranaguá, havia possibilidade de negócios na faixa de R$ 100 por saca CIF para embarque e pagamento em meados de junho deste ano. Ainda na região portuária, para embarque no mês de fevereiro/21 e pagamento em meados de abril/21, havia indicações na faixa de R$ 96,50. Segundo rumores, ao menos 50 mil toneladas foram comercializadas ao longo do dia no estado.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão e no farelo, e mistos no óleo na sexta-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 2,28% no grão, de 3,30% no farelo e de 0,63% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato maio/20 atingiu a máxima de US$ 8,6475 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 8,6250 por bushel, com alta de 19,25 pontos. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 14 pontos nos principais vencimentos. O vencimento julho/20 operava com ganhos de 12,75 pontos, com negócios a US$ 8,6075 por bushel.

• Sinais de aquecimento da demanda pela oleaginosa e seus derivados garantiram a elevação. Na semana, a posição maio subiu 1,63%.

• A venda de 110 mil toneladas pelos exportadores privados para destinos não revelados, mas que o mercado acredita ser a China, deu força ao movimento de compras técnicas por parte de fundos e especuladores. Os preços encerraram no melhor patamar desde 11 de março.


CHINA A taxa de juros de referência na China tanto para empréstimos de curto e longo prazo ficaram inalteradas este mês, uma vez que o país aparentemente tem a crise do coronavírus em sua maioria sob controle. As informações são da agência de notícias "Dow Jones". A taxa principal de empréstimo (LPR, na sigla em inglês) de um ano, uma taxa de referência que foi renovada em agosto do ano passado, ficou em 4,05% em março, igual a fevereiro, informou o Banco do Povo da China (Pboc, o banco central do país). A LPR para empréstimos de cinco anos e de longo prazo também permaneceu inalterado em 4,75%.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 1,47%, sendo negociado a R$ 5,0220 para venda e a R$ 5,0200 para compre. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9860 e a máxima de R$ 5,0600. Na semana, o dólar comercial registrou alta de 4,01%. A divisa norte-americana fechou na quinta sessão seguida acima de R$ 5,00, assim fechando a semana acima deste nível pela primeira vez na história. O alívio na sessão acompanhou o exterior que reagiu aos estímulos anunciados por Bancos Centrais e governos ao longo da semana para enfrentamento do novo coronavírus.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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