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Informativo Diário

24/06/2019

CHICAGO E DÓLAR RECUAM E MERCADO DE SOJA ENCERRA SEMANA EM RITMO LENTO

Na sexta-feira, o mercado interno de soja encerrou a semana calmo nas principais praças de negociação do país. Com perdas de até 13,25 pontos nos principais vencimentos e com a moeda norte-americana atingindo a mínima de R$ 3,8150 ao longo do pregão, as cotações da oleaginosa encerraram de estáveis a mais baixas no mercado doméstico. O feriado prolongado de Corpus Christi também afetou o ritmo da comercialização. A produção brasileira de soja em 2018/19 deverá totalizar 118,242 milhões de toneladas, com redução de 2,9% sobre a safra da temporada anterior, que ficou em 121,8 milhões de toneladas.

RS: mercado permanece lento e as cotações ficaram de estáveis a mais baixas.

PR: preços inalterados e mercado segue pouco agitado.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão, no farelo e no óleo nesta sexta-feira. Nas posições spot, perdas de 1,39% no grão, de 2,29% no farelo e de 0,52% no óleo.

• O mercado realizou lucros, diminuindo parte dos ganhos acumulados na semana.

• O clima nos Estados Unidos segue no foco do mercado. A previsão indica mais chuvas nos próximos dias, aumentando as chances dos produtores americanos não concluírem o plantio da área estimada inicialmente. Perdas de produtividade começam a preocupar.

• Outro ponto que merece atenção do mercado nos próximos dias é a retomada das negociações entre China e Estados Unidos em busca de um acordo comercial. Se especula que um acordo possa ser definido na reunião do G-20 no final do mês.


CHINA O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, vai adiar seu discurso sobre a China, previsto para a próxima semana, para evitar o surgimento de tensões adicionais antes da reunião do presidente norte-americano Donald Trump e do presidente chinês, Xi Jinping, no final da semana que vem, disse um oficial sênior do governo. As informações são da agência de notícias "Dow Jones". Trump e Xi tiveram uma "conversa produtiva" esta semana antes de sua reunião no encontro do G-20 (grupo que reúne economias mais industrializadas e países emergentes) da semana no Japão, disse a fonte, acrescentando que a decisão de adiar o discurso de Pence foi feito em meio a "sinais positivos" de que as negociações comerciais com a China podem estar de volta aos trilhos.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com queda de 0,67%, sendo negociado a R$ 3,8250 para venda. Na semana, a moeda norte-americana caiu 1,92%. Após uma sinalização mais suave (dovish) do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) na quarta-feira, indicando um possível corte na taxa de juros do país, o mercado começa a ver um outro patamar para o dólar comercial aqui no Brasil. "A política do Fed essa semana pesou sobre o dólar, pois um corte na taxa de juros dos Estados Unidos enfraquece o dólar", disse Flavio Serrano, economista-chefe do Haitong. Serrano lembrou ainda que com esse cenário atual, o dólar sai do patamar de R$ 3,85 a R$ 3,90, para novo patamar de R$ 3,80 a R$ 3,85. "É possível ver um patamar mais baixo para o dólar", disse.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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