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Informativo Diário

18/11/2019

NA VÉSPERA DO FERIADO, SOJA TEM DIA DE PREÇOS ESTÁVEIS E POUCOS LOTES COMERCIALIZADOS

Na quinta-feira, o mercado interno de soja permaneceu pouco agitado nas diversas praças de negociação do país. Em uma semana mais curta, em virtude do feriado da Proclamação da República do Brasil, a oleaginosa encerrou apresentando bastante volatilidade. Em Chicago, a commodity atingiu o menor patamar desde o início do mês de outubro ao longo do pregão. Já a moeda norte-americana, apresentou fortes oscilações e fechou estável. Diante disso, os agentes permanecem cautelosos e o foco segue no plantio, que já atinge aproximadamente 65,9% da área total esperada.

RS: cotações de estáveis a mais baixas e mercado calmo. Na região portuária, o comprador oferecia R$ 91,50 por saca para embarque no mês de novembro e pagamento em meados de dezembro, mas sem contrapartida de venda.

PR: dia de preços inalterados e sem registro de lotes relevantes comercializados. Na região portuária, o comprador segue oferecendo R$ 91,50 por saca para embarque imediato e pagamento no final do mês de dezembro, porém sem contrapartida de venda.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão, em queda no farelo e em alta no óleo na quinta-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 0,24% no grão e 0,32% no farelo, e ganhos de 0,81% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato novembro/19 atingiu a máxima de US$ 9,0175 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 9,0025 por bushel, com queda de 2,25 pontos. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com perdas de até 5,25 pontos nos principais vencimentos. O vencimento março/20 operava com queda de 3,75 pontos, com negócios a US$ 9,2475 por bushel.

• Mais cedo, o mercado atingiu os menores níveis desde 8 de outubro, pressionado pelas persistentes dúvidas sobre um possível acordo entre China e Estados Unidos.

• Outro fator de pressão sobre as cotações continua sendo a previsão de chuvas no Brasil e na Argentina, contribuindo para o plantio e o desenvolvimento inicial das lavouras. Nos Estados Unidos, as condições apontam para a finalização da colheita,sem maiores sobressaltos.

• O mercado reagiu e saiu das mínimas - em alguns casos até subiu - devido à demanda chinesa pela soja americana. Hoje, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) anunciou a venda de mais 129 mil toneladas para a China por parte dos exportadores privados, para entrega em 2019/20.


CHINA A China e os Estados Unidos Estão tendo discussões profundas sobre a fase um do acordo comercial entre os dois países, e a retirada de tarifas é uma condição para a assinatura do pacto, de acordo com o Ministério de Comércio chinês. "O lado chinês enfatizou repetidamente que a guerra comercial deveria começar com a adição de tarifas e também deveria ser abolida pela eliminação de tarifas, uma condição importante para os dois lados chegarem a um acordo", disse o portavoz do Ministério, Gao Feng. "Se as duas partes chegarem ao acordo da primeira fase, a extensão do cancelamento tarifário deve refletir completamente a importância do acordo da primeira fase e sua importância deve ser avaliada por ambas as partes. Os dois lados estão discutindo isso em profundidade", acrescentou.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão de hoje estável, sendo negociado a R$ 4,1910 para venda e a R$ 4,1890 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,1640 e a máxima de R$ 4,1990. A moeda norte-americana fechou inalterada depois de fortes oscilações ao longo do pregão chegando a renovar a máxima intraday do ano, a R$ 4,1990 (+0,19%) em meio à cautela do mercado à véspera do feriado doméstico, além do exterior. Já o contrato para dezembro, por sua vez, operou em alta firme chegando a operar acima de R$ 4,20. Na semana, mais curta, a moeda se valorizou em 0,55%.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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