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Informativo Diário

01/08/2019

COM FORTE QUEDA EM CHICAGO, PREÇOS DA SOJA VOLTAM A RECUAR NO MERCADO INTERNO

Na quarta-feira, o mercado interno de soja permaneceu pouco movimentado nas diferentes praças de negociação do país. Na sessão de hoje, as perdas chegaram até 15,25 pontos nos principais vencimentos em Chicago, contribuindo novamente para o recuo das cotações no mercado doméstico. Já em relação à moeda norte-americana, a divisa encerrou com importantes ganhos, impedindo uma queda mais consistente nos preços. Segundo informações, as pedidas permanecem distantes dos preços praticados e somente negócios pontuaistêm sido reportados.

RS: mercado com preços mais fracos em mais um dia de pouca movimentação. Apenas negócios com volumes pouco relevantes foram registrados, entre 5 e 10 mil toneladas.

PR: as cotações oscilaram negativamente em um mercado com negócios isolados,sem grandes movimentações.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão, no farelo e no óleo na quarta-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 1,67% no grão, de 0,69% no farelo e de 1,97% no óleo.

• A falta de acordo comercial entre Estados Unidos e China e a previsão de clima favorável no cinturão produtor americano determinaram a queda.

• Negociadores norte-americanos e chineses concluíram nesta quarta-feira uma breve rodada de negociações comerciais, descrita como "construtiva" por representantes dos dois países, incluindo discussões sobre novas compras de produtos agrícolas dos Estados Unidos e um acordo para uma nova reunião presencial em setembro.

• Os negociadores discutiram mais compras chinesas de produtos agrícolas dos EUA, que se tornaram um ponto de discórdia depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que a China não estava cumprindo com suas promessas de compra. • Em relação ao clima, a previsão é de chuvas e de temperaturas amenas, o que garantiriam a boa evolução das lavouras de soja.


CHINA O governo dos Estados Unidos afirmou que as negociações comerciais com a China foram "construtivas", e deverão se retomadas no início de setembro. "Os encontros foram construtivos, e esperamos que as negociações para um acordo comercial continuem em Washington, no início de setembro", disse a Casa Branca em comunicado. Os representantes norte-americanos, Robert Lighthizer e Steven Mnuchin, secretário do Tesouro, viajaram a Xangai ontem para se encontrar com o representante chinês, Liu He e o ministro do comércio chinês, Zhong Shan. De acordo com a nota, os dois lados discutiram temas como propriedade intelectual,serviços, barreiras não tarifárias e agricultura.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em alta de 0,71% no mercado à vista, cotado a R$ 3,8180 para venda - na terceira alta seguida e no maior patamar desde 5 de julho - com o mercado reagindo negativamente ao discurso dado como "confuso" de Jerome Powell, presidente do Fed (Federal Reserve, o banco central norte-americano), sobre a decisão de política monetária que baixou a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, pela primeira vez em 11 anos. No mês, porém, a moeda se desvalorizou em 0,59%, acumulando dois meses seguidos de queda. As falas de Powell durante coletiva de imprensa deixaram o mercado global incomodado quando alegou que "o corte de juros não é necessariamente o início de um ciclo de afrouxamento monetário nos Estados Unidos". Ele classificou a decisão - que reduziu a taxa para a faixa de 2,00% a 2,25% - como uma precaução contra os riscos às perspectivas econômicasdo país.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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