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Informativo Diário

03/12/2019

CHICAGO E DÓLAR RECUAM E MERCADO DE SOJA INICIA A SEMANA EM RITMO LENTO NO PAÍS

Na segunda-feira, o mercado interno de soja iniciou a semana calmo nas diversas praças de negociação do país. Em Chicago, a oleaginosa enfileirou a oitava queda consecutiva e os preços voltaram a recuar no mercado físico. A moeda norteamericana também encerrou no campo negativo, contribuindo para a queda das cotações. Diante disso, os negócios permanecem escassos e o foco dos agentes permanece no plantio.

RS: mercado iniciando a semana ainda em ritmo lento e os preços recuaram no estado. Na região portuária, o comprador oferecia R$ 87,50 por saca CIF para embarque no mês de maio/20 e pagamento em meados de junho/20. Na região de Passo Fundo, havia possibilidade de negócios na faixa de R$ 85 para embarque e pagamento curtos, mas sem contrapartida de venda.

PR: dia de preços mais baixos e sem registro de negócios relevantes. Na região portuária, as indicações estavam na faixa de R$ 88,50 por saca para embarque imediato e pagamento em meados de dezembro, mas sem registro de lotes significativos comercializados.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão e no óleo, e mistos no farelo na segunda-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 0,71% no grão e 1,51% no óleo, e ganhos de 0,13% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato janeiro/20 atingiu a máxima de US$ 8,83 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 8,7050 por bushel, com queda de 6,25 pontos. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com perdas de até 6,25 pontos nos principais vencimentos. O vencimento março/20 operava com queda de 6 pontos, com negócios a US$ 8,8525 por bushel.

• O mercado não sustentou o movimento de recuperação da parte da manhã e fechou no território negativo pela oitava sessão consecutiva. • A falta de acordo comercial entre China e Estados Unidos e o sentimento de que uma solução preliminar não será alcançada no curto prazo pressionaram as cotações. O clima favorável às lavouras do Brasil e da Argentina completaram o cenário de perdas.

• As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 1.547.507 toneladas na semana encerrada no dia 28 de novembro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado esperava o número em 1,7 milhão de toneladas.

• Na semana anterior, as inspeções haviam atingido 1.951.870 toneladas. No ano passado, em igual período, o total fora de 1.045.831 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1 de setembro, as inspeções estão em 15.941.477 toneladas, contra 13.258.418 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.


CHINA Os Estados Unidos vão adotar novas tarifas à produtos importados da China em 15 de dezembro se os dois países não chegarem a um acordo comercial, disse o secretário do Comércio norte-americano, Wilbur Ross. "Você tem um prazo lógico para 15 de dezembro", disse Ross, em entrevista à "Fox Business". "Se nada acontecer até lá, o presidente deixou bem claro que aplicará as tarifas", acrescentou. Segundo o secretário, a aplicação de tarifas sobre cerca de US$ 156 bilhões em mercadorias chinesas em 15 de dezembro não "interferirá no Natal deste ano", já que os varejistas já estocaram, acrescentando que é "um bom momento para aplicarmos mais tarifas."


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com queda de 0,54%, sendo negociado a R$ 4,2180 para venda e a R$ 4,2160 para compra. Durante o dia, a moeda norteamericana oscilou entre a mínima de R$ 4,2140 e a máxima de R$ 4,2600. A divisa norte-americana recuou seguindo a desvalorização global da moeda estrangeira após os dados mais fracos da atividade industrial nos Estados Unidos em novembro, enquanto na China, os dados do setor foram melhores.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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