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Informativo Diário

16/03/2021

MERCADO MANTÉM RITMO LENTO EM DIA DE COTAÇÕES MISTAS

Na segunda-feira, o mercado interno de soja teve mais uma sessão marcada por pouca agitação nas principais praças de negociação do país. Apesar de uma recuperação razoável nos contatos futuros em Chicago e de uma nova valorização do dólar, os produtores permaneceram demonstrando pouco interesse em novos negócios. O foco permanece voltado para os trabalhos de colheita e entrega de contratos firmados anteriormente, visto que há problemas regionalizados de atrasos no escoamento e de qualidade do produto. As cotações oscilaram de forma mista no país, mas com maior registro de cotações mais firmes.

RS: mercado com cotações mais firmes, mas com apenas negócios isolados sendo registrados. Na região portuária do estado, para embarque e pagamento em meados de junho/21, indicações de compra até R$ 174,50 por saca CIF, enquanto no spot a indicação fica em R$ 173. No interior do estado, comprador indicando entre R$ 168 e R$ 169 por saca FOB para embarque e pagamento curtos.

PR: não houve movimentações aparentes em um mercado com preços estáveis e nominais. Para embarque e pagamento em meados de abril/maio’21, indicação de compra a R$ 170 por saca CIF na região portuária. Na região oeste, indicação de compra a R$ 157 por saca no disponível.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão, em alta no farelo e em queda no óleo na segundafeira. Nas posições spot, ganhos de 0,44% no grão e 1,67% no farelo e perda de 0,49% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato maio/21 do grão atingiu a máxima de US$ 14,2375 por bushel. Ao final da sessão, trocou de mãos a US$ 14,1950 por bushel.

• O bom resultado das inspeções para exportação dos Estados Unidos na semana garantiu a firmeza das primeiras posições.

• A alta foi limitada pelo fraco resultado do esmagamento americano no mês passado, o pior em 17 meses, e pelo retorno das chuvas na Argentina, favorecendo as lavouras.

• As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 518.789 toneladas na semana encerrada no dia 11 de março, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado previa 500 mil toneladas.

• Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 595.325 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado fora de 494.906 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 53.119.982 toneladas, contra 30.506.664 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.

• A Associação Norte-Americana dos Processadores de Óleos Vegetais (NOPA) informou que o esmagamento de soja atingiu 155,158 milhões de bushels em fevereiro, ante 184,654 milhões no mês anterior. A expectativa do mercado era de 168,6 milhões.


CHINA A produção industrial da China subiu 35,1% em janeiro e fevereiro na comparação com igual período do ano anterior, após a alta de 7,3% registrada em dezembro, segundo dados do departamento de estatísticas do país. Em janeiro e fevereiro de 2019, a produção industrial havia recuado 13,5%. Na comparação com o mês anterior, a produção industrial da China subiu 0,66% em janeiro e 0,69% em fevereiro, depois da alta de 0,65% de dezembro (dado revisado).


CÂMBIO O dólar comercial fechou em alta de 1,42% no mercado à vista, cotado a R$ 5,6390 para venda, em sessão volátil e de forte amplitude, refletindo uma cautela local em meio aos rumores de que o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, será mais um ministro a deixar a pasta durante a pandemia de covid19. Lá fora, países da Europa anunciaram que deixarão de usar, temporariamente, a vacina contra a doença produzida pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford por preocupações ligadas à formação de coágulos em pessoas imunizadas.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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