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Informativo Diário

29/01/2020

CHICAGO ATINGE O MENOR NÍVEL EM QUASE DOIS MESES E PREÇOS DA SOJA SEGUEM PERDENDO ATRATIVIDADE NO PAÍS

Na terça-feira, o mercado interno de soja permaneceu calmo nas principais praças de negociação do país. Fechando em queda pelo sexto pregão consecutivo, a oleaginosa atinge seu menor patamar desde o início do mês de dezembro do ano passado. Para completar o cenário negativo, a moeda norte-americana também encerrou com perdas. Porém, os prêmios tiveram leve alta e estão na faixa de US$ 0,55 e US$ 0,65, o que impediu uma queda mais consistente nas cotações no mercado doméstico.

RS: as cotações recuaram e não foram reportados negócios relevantes no estado. Na região portuária, havia possibilidade de negócios na faixa de R$ 88/saca CIF para embarque e pagamento no mês de junho, porém poucos lotes foram comercializados.

PR: preços inalterados e mercado pouco movimentado. Na região portuária, havia possibilidade de negócios na faixa de R$ 87/saca CIF para embarque imediato e pagamento em meados de fevereiro. Na região oeste, as indicações estavam na faixa de R$ 81 por saca para embarque no mês de maio e pagamento em meados de junho.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão, no farelo e no óleo na terça-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 0,25% no grão, de 0,06% no farelo e de 0,19% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato março/20 atingiu a máxima de US$ 8,98 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 8,95 por bushel, com queda de 2,25 pontos. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com perdas de até 3,5 pontos nos principais vencimentos. O vencimento maio/20 operava com perdas de 3,25 pontos, com negócios a US$ 9,07 por bushel.

• O mercado foi pressionado por uma série de fatores negativos, como o alastramento do coronavírus na China e em outros países, a fraca demanda chinesa pelo produto norte-americano e a entrada de uma safra cheia no Brasil.

• Para as próximas semanas, o quadro não deve se manter negativo às cotações. As informações partem da Dow Jones. Esta foi a sexta queda consecutiva.


CHINA As autoridades chinesas confirmaram que o número de mortes no país causadas por um recém descoberto coronavírus subiu para 106, acima de 81 relatados ontem, de acordo com a Comissão Nacional de Saúde da China, em comunicado. Ao todo, foram registrados 4,515 casos da infecção pelo coronavírus no país, dos quais 976 são casos graves e 60 pacientes foram dispensados. Há ainda 6,973 casos suspeitos, diz a nota. Nas regiões administrativas especiais da China, foram reportados 8 casos em Hong Kong, 7 em Macau e 5 em Taiwan.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com queda de 0,35%, sendo negociado a R$ 4,1950 para venda e a R$ 4,1930 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,1890 e a máxima de R$ 4,2170. A divisa norte-americana recuou em sessão de forte volatilidade influenciado pelo temor do mercado em meio ao avanço do coronavírus na China e em outros países, enquanto investidores aguardam a decisão de política monetária do banco central dos Estados Unidos, amanhã.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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