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Informativo Diário

26/07/2019

DÓLAR AVANÇA, MAS QUEDA DE CHICAGO MANTÉM OS PREÇOS INALTERADOS NO PAÍS

Na quinta-feira, o mercado interno de soja manteve o ritmo lento nas diversas praças de negociação do país. O cenário segue sem grandes alterações. Com Chicago e dólar em direções opostas, as cotações da oleaginosa permanecem predominantemente estáveis no mercado doméstico. Os negócios seguem limitados a volumes pouco relevantes, basicamente por questões de necessidade do produtor.

RS: mercado permanece lento e as cotações ficaram de estáveis a mais altas. Segundo rumores, aproximadamente 15 mil toneladas foram negociadas ao longo do dia no estado.

PR: preços recuando e mercado segue pouco agitado. Não foram reportados negócios relevantes ao longo do dia.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão, no farelo e no óleo na quinta-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 0,95% no grão, de 0,78% no farelo e de 0,10% no óleo.

• O mercado mudou de direção após o fraco desempenho das vendas semanais americanas, após iniciar o dia no território positivo.

• As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2018/19, com início em 1 de outubro, ficaram negativas em 78.200 toneladas na semana encerrada em 18 de julho. Indonésia liderou as importações, com 21.800 toneladas.

• Para a temporada 2019/20, ficaram em 223.700 toneladas. Os analistas esperavam exportações entre 250 mil a 550 mil toneladas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

• O Departamento informou que a próxima rodada de pagamentos em auxílio comercial aos agricultores começaria em meados de agosto, variando de um mínimo de 15 dólares por acre até um máximo de 150 dólares por acre, dependendo das perdas estimadas por condado, conforme notícia veiculada pela Agência Reuters.

• Parcelas adicionais dos pagamentos ocorreriam em novembro e janeiro, se as disputas comerciais com países incluindo a China e India continuarem, disseram autoridades em uma teleconferência com repórteres.


CHINA A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) recebeu na quarta (24) a delegação do Centro de Pesquisa de Desenvolvimento do Conselho do Estado da China. O grupo veio conhecer o trabalho do Sistema CNA/Senar e os potenciais do setor agropecuário brasileiro. "A China é o principal destino das nossas exportações de bens agropecuários. Além dos produtos tradicionais da nossa pauta exportadora como grãos e carnes, destacamos o potencial de crescimento das exportações de segmentos como lácteos e frutas", afirmou Thiago Masson, assessor de Relações Internacionais da Confederação. "Mostramos para eles que o produtor rural brasileiro está preparado para atender o consumidor chinês com alimentos seguros e de alta qualidade.“


ARGENTINA O Fundo Monetário Internacional (FMI) reafirmou seu apoio ao programa econômico e à política monetária implementada pelo governo da Argentina, considerando que estas medidas desacelerarão a inflação do país e darão um funcionamento efetivo do sistema financeiro, segundo afirmou o porta-voz da entidade, Gerry Rice, em coletiva de imprensa. "Apoiamos o marco de políticas do Banco Central e os ajustes técnicos realizados, e consideramos que essas mudanças na política monetária vão levar a uma desaceleração da inflação e ao funcionamento efetivo do sistema financeiro", disse, fazendo referência à decisão do Comitê de Política Monetária (COPOM) do banco central da Argentina (BCRA), realizado no início da semana.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em alta de 0,37% no mercado à vista, cotado a R$ 3,7840 para venda - no maior valor desde a aprovação do texto-base da reforma da Previdência em primeiro turno no plenário da Câmara dos Deputados. O movimento do mercado foi influenciado pelo discurso mais conservador do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi. No discurso, Draghi reforçou que as informações recebidas desde a última reunião do Conselho do BCE no início de junho indicam que, enquanto ganhos adicionais de emprego e salários crescentes continuam a sustentar a resiliência da economia, o abrandamento da dinâmica do crescimento global e o fraco comércio internacional continuam a pesar nas perspectivas da zona do euro. Ele disse ainda que as chances de recessão na região são mínimas.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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