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Informativo Diário

05/07/2019

SEM CHICAGO, PREÇOS DA SOJA FICAM INALTERADOS E MERCADO SEGUE EM RITMO LENTO

Na quinta-feira, o mercado interno de soja ficou pouco agitado nas principais praças de negociação do país. Em virtude do feriado do Dia da Independência nos Estados Unidos, a soja ficou sem seu principal referencial e não houve movimentação relevante ao longo do dia. A moeda norte-americana rompeu o nível de R$ 3,80 e renovou mínimas a R$ 3,7850 (-1,10%) - menor patamar desde o fechamento de 21 de março (R$ 3,7930). Diante disso, as cotações ficaram inalteradas no mercado doméstico e os negócios permanecem escassos. RS: preços inalterados no estado e, segundo informações, houve indicações na faixa dos R$ 81 no disponível no porto, mas sem registro de negócios. PR: cotações inalteradas e sem registro de negócios relevantes ao longo do dia. A comercialização da safra 2019/20 está estimada em aproximadamente 14% no estado.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CBOT), não houve operações nesta quinta-feira devido ao feriado norte-americano do Dia da Independência.

• Devido ao feriado de 4 de julho, Dia da Independência americana, não houve negociações para a soja no mercado futuro da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). As negociações serão retomadas na sexta, mas a tendência é de poucas operações, com boa parte dos investidores estendendo o mercado.

• A colheita da safra 2018/19 de soja na Argentina se encerrou nesta semana. A avaliação faz parte do boletim semanal da Bolsa de Cereais de Buenos Aires.

• A previsão para a produção da oleaginosa pelos argentinos é de 56 milhões de toneladas. Na comparação com o ano anterior, houve um aumento de 60%, lembrando que a safra passada foi fortemente preocupada pelos problemas climáticos.

• A produção mundial de soja em 2019/20 deverá totalizar 358,3 milhões de toneladas. No ano anterior, a produção foi de 364,8 milhões.

• A estimativa faz parte do relatório de julho do Sistema de Informação do Mercado Agrícola (AMIS), órgão do G-20 para divulgar dados de oferta e demanda das principais commodities globais. Em junho, a previsão era de 361,3 milhões.

• A revisão para baixo na estimativa é determinada pela perspectiva de queda na safra dos Estados Unidos e da Argentina. O AMIS indica que os estoques finais deverão ficar em 60,8 milhões de toneladas, abaixo dos 63,4 milhões do ano anterior. Na previsão de junho, os estoques estavam estimados em 59,9 milhões.

• O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indica produção global de 355,3 milhões e estoques finais de 112,7 milhões de toneladas. O Conselho Internacional de Grãos indica safra de 348,6 milhões de toneladas e estoques de 45,2 milhões de toneladas.


CHINA Os Estados Unidos e a China devem retomar as negociações comerciais de alto nível e agendar reuniões presenciais em breve, disse o assessor econômico da Casa Branca, Larry Kudlow. As informações são da agência de notícias "Dow Jones". "Eles falarão ao telefone na próxima semana", disse Kudlow, de acordo com a "Bloomberg News". "E eles vão agendar reuniões presenciais. Muita comunicação." Já a "Reuters" relatou que os dois lados estavam organizando um telefonema entre autoridades de alto escalão na próxima semana. Os negociadores principais são Robert Lighthizer, representante comercial dos Estados Unidos, e o vice-premiê da China, Liu He. Já houve conversas telefônicas por responsáveis de instância inferior na semana passada. Kudlow disse que reuniões presenciais seriam retomadas "em breve". Os dois lados não se encontram desde o começo de maio, quando na décima primeira rodada as negociações pararam. No sábado, o presidente norte-americano Donald Trump e o presidente da China, Xi Jinping, anunciaram uma trégua tarifária com o objetivo de reiniciar as negociações comerciais.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em queda de 0,67% no mercado à vista, cotado a R$ 3,8010 para venda, depois de romper o nível de R$ 3,80 e renovar mínimas a R$ 3,7850 (-1,10%) - menor valor desde o fechamento de 21 de março (R$ 3,7930) - influenciado pelo otimismo de investidores locais com a aprovação do texto-base da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara da Deputados. Em contrapartida, a sessão foi de baixa liquidez devido ao feriado nos Estados Unidos. Aprovado com 36 votos a favor conta 13, o parecer da reforma ainda está em discussão na comissão especial, onde são analisados destaques que pedem mudanças no texto.


Fonte: CMA Group -Safras & Mercado.





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