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Informativo Diário

09/06/2020

MERCADO INTERNO TEM MAIS UM DIA TRAVADO DIANTE DA FORTE QUEDA DO DÓLAR

Na segunda-feira, o mercado interno de soja teve mais uma sessão bastante travado na maioria das praças de negociação do país. Em mais uma sessão com forte recuo do dólar frente ao real, a ponta vendedora novamente ficou retraída, sem demonstrar interesse em negociar. Apenas negócios isolados e com volumes pequenos foram anotados. A moeda norte-americana encerrou o dia cotada a R$ 4,85 no comercial. Além da forte queda do câmbio, a queda em Chicago também ajudou a travar os negócios. Os preços oscilaram negativamente em todas as praças. As cotações ficaram nominais em sua maioria.

RS: as cotações oscilaram negativamente ao longo do dia, acompanhando a queda da moeda norte-americana. Apesar disso, houve algumas indicações acima dos preços “normais” em Rio Grande em determinado momento do dia devido a necessidade. Na região portuária, para embarque em abril/maio/21 e pagamento em meados de junho/21, as indicações estão na faixa de R$ 99 por saca. Para embarque e pagamento em meados de junho/julho deste ano, o comprador sinaliza em torno de R$ 104. Apesar disso, houve indicações de até R$ 108 nesta posição devido a necessidade isolada.

PR: novo dia de preços em queda em um mercado com pouca movimentação. Apenas negócios isolados foram registrados, sem indicações firmes. Para embarque e pagamento em meados de março/abril//21, as indicações estavam na faixa de R$ 96 por saca CIF. Para embarque e pagamento em meados de junho/julho deste ano, o comprador sinaliza em torno de R$ 102.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão, no farelo e no óleo na segunda-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 0,35% no grão, 0,24% no farelo e 0,14% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato julho/20 do grão atingiu a máxima de US$ 8,7150 por bushel. No final da sessão, trocou de mãos a US$ 8,645 por bushel.

• Após os contratos atingirem os melhores níveis em dois meses, por conta da demanda chinesa, os operadores iniciaram a semana realizando lucros, seguindo fatores técnicos.

• A queda acentuada do petróleo ajudou na correção, com fundos e especuladores se posicionando à espera do relatório de junho do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na quinta.


CHINA As importações de soja em grão pela China no mês de maio somaram 9,38 milhões de toneladas, um avanço de 27,4% frente à igual mês de 2019, quando atingiu 7,36 milhões de toneladas. Foi o maior patamar mensal desde dezembro de 2019, quando somou 9,54 milhões de toneladas. Em abril de 2020, foram 6,714 milhões de toneladas. A elevação é atribuída ao incremento dos embarques no Brasil, devido ao clima mais propício aos trabalhos. As informações são da Agência Reuters, que divulgou dados da Administração Geral da Alfândega.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em forte queda de 2,60% no mercado à vista, cotado a R$ 4,8560 para venda, no menor patamar desde 13 de março e engatando o segundo pregão seguido com a moeda abaixo de R$ 5,00, apesar da forte volatilidade ao longo da sessão. O otimismo no exterior em meio à reabertura gradual de importantes economias, a injeção de liquidez e o forte apetite por risco sustentaram o recuo da moeda.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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