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Informativo Diário

25/10/2019

EM MAIS UM DIA DE VOLATILIDADE, MERCADO DE SOJA PERMANECE CALMO NO PAÍS

Na quinta-feira, o mercado interno de soja esteve bastante lento nas diversas praças de negociação do país. Após duas sessões de fortes perdas, a moeda norte-americana fechou com ligeiros ganhos. Em Chicago, a oleaginosa permanece lateralizada e fechou mais um dia praticamente estável. Entretanto, os prêmios seguem avançando e já atingem US$ 1,00 por bushel, o que tem ajudado a sustentar as cotações no mercado doméstico. Diante destes fatores, os preços seguem predominantemente estáveis e poucos negócios têm sido reportados com soja no país. Nos estados de Minas Gerais e Goiás, o produtor segue atento à falta de chuvas e já há situações de replantio. Em algumas regiões mineiras, há a possibilidade de retorno das precipitações apenas no início do mês de novembro.

RS: cotações de estáveis a mais baixas e o mercado permaneceu pouco movimentado. Na região portuária, na melhor parte do dia havia possibilidade de negócios na faixa dos R$ 90 por saca CIF sobre rodas para pagamento em meados de novembro, mas sem contrapartida de venda.

PR: dia de preços inalterados e mercado pouco movimentado. Na região portuária, havia possibilidade de negócios na faixa de R$ 90 por saca CIF para pagamento em meados de dezembro, mas não foram comercializados lotes relevantes.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão, em queda no farelo e em alta no óleo na quinta-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 0,05% no grão e 0,97% no farelo, e ganhos de 2,48% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato novembro/19 atingiu a máxima de US$ 9,39 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 9,3325 por bushel, com queda de 0,5 pontos. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 4,25 pontos nos principais vencimentos. O vencimento março/20 avançava 2 pontos, com negócios a US$ 9,6150 por bushel.

• O fraco resultado das vendas semanais pressionou as primeiras posições, enquanto as mais distantes tiveram leve alta diante da expectativa de uma recuperação da demanda chinesa.

• As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2019/20, com início em 1 de setembro, ficaram em 475.200 toneladas na semana encerrada em 17 de outubro. O Paquistão liderou as importações, com 193.600 toneladas.

• Os analistas esperavam exportações entre 700 mil a 2 milhões de toneladas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

• Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 264.000 toneladas de soja para a China, com entrega na temporada 2019/20.

• A China pretende comprar pelo menos US$ 20 bilhões em produtos agrícolas em um ano se assinar um acordo comercial parcial com os EUA e considerar aumentar ainda mais as compras nas próximas rodadas de negociações, disseram pessoas familiarizadas com o assunto, segundo informação da agência Bloomberg.

• Os US $ 20 bilhões levariam suas importações de produtos agrícolas dos EUA de volta ao nível em 2017, antes de os EUA começarem a impor tarifas. No segundo ano de um possível acordo final, quando todas as tarifas punitivas forem removidas, essas compras poderão aumentar de US $ 40 a US $ 50 bilhões, disseram as fontes.


CHINA O presidente Jair Bolsonaro desembarcou em Pequim, na China, o segundo país no giro presidencial pela Ásia e Oriente Médio. A China é o maior parceiro comercial do Brasil e também um dos principais fornecedores de investimento em áreas cruciais, como infraestrutura e energia, prioridades do governo. Em 2018, o fluxo de comércio com o país asiático alcançou a marca histórica de US$ 98,9 bilhões. As informações são da Agência Brasil.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com alta de 0,17%, sendo negociado a R$ 4,0430 para venda e a R$ 4,0410 para compra, depois de chegar ao menor valor intraday desde 19 de agosto - na mínima da sessão, a R$ 4,0000. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,00 e máxima de R$ 4,0450. A divisa norte-americana fechou com ligeiros ganhos refletindo o bom humor doméstico após a conclusão da aprovação da reforma da Previdência, além da entrada de fluxo estrangeiro nos últimos dias.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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