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Informativo Diário

04/09/2020

DÓLAR TEM TERCEIRA QUEDA SEGUIDA E PREÇOS RECUAM NO PAÍS

Na quinta-feira, o mercado interno de soja continuou travado nas principais praças de negociação do país. Enfileirando o terceiro pregão consecutivo de queda, o câmbio chegou a operar abaixo de R$ 5,30 por dólar ao longo do dia. A ponta compradora segue cautelosa, o que contribui para o recuo dos preços nas principais regiões. Com isso, o dia foi de preços de estáveis a mais fracos, em um mercado sem negócios aparentes.

RS: preços nominais e mercado travado. No interior do estado, indicações de compra na faixa de R$ 141 por saca para embarque em setembro e pagamento em meados de outubro deste ano, porém sem contrapartida de venda.

PR: cotações nominais e mercado travado. Para embarque e pagamento em meados de abril/21, indicações na faixa de R$ 117 por saca CIF na região portuária. Na região oeste do estado, indicações de compra entre R$ 133 e R$ 135 por saca para embarque imediato e pagamento em meados de outubro/novembro, porém sem contrapartida de venda.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão e no farelo, e em queda no óleo na quinta-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 0,64% no grão e de 0,95% no farelo, e perdas de 0,59% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato setembro/20 do grão atingiu a máxima de US$ 9,6875 por bushel, fechando nesse mesmo patamar. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 1,5 ponto nos principais vencimentos. O vencimento novembro/20 operava com perdas de 0,75 ponto, com negócios a US$ 9,6125 por bushel.

• Novembro enfileirou a nona sessão consecutiva de ganhos, atingindo o maior patamar desde 14 de janeiro.

• Fundos e especuladores iniciaram a sessão tentando realizar lucros, com base em fatores técnicos. Mas ao longo do dia o cenário fundamental foi retomando seu espaço, diante da boa demanda pela soja americana e pelo clima seco sobre as regiões produtoras dos Estados Unidos.

• As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2019/20, com início em 1 de setembro, ficaram em 88.100 toneladas na semana encerrada em 27 de agosto. Representa um avanço de 75% frente à semana anterior e uma retração de 57% ante à média das últimas quatro semanas. A China liderou as importações, com 83.300 toneladas.

• Para a temporada 2020/21, foram 1.762.800 toneladas. Os analistas esperavam exportações entre 1 milhão a 1,8 milhão de toneladas, somando-se as duas temporadas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

• O USDA anunciou ainda a venda de 450 mil toneladas por parte de exportadores privados. Foram 318 mil para destinos não revelados e 132 mil toneladas para a China.


CHINA O governo da China não visa a nenhuma empresa específica com as recentes alterações em sua lista de empresas que estão sujeitas a restrições ou proibições de exportação, de acordo com o porta-voz do Ministério de Comércio chinês, Gao Feng, em coletiva de imprensa. O catálogo revisado foi lançado na sexta-feira passada em conjunto pelo Ministério de Comércio e pelo Ministério da Ciência e Tecnologia da China. Ao todo, 23 itens sujeitos a restrições de exportação foram adicionados ao catálogo, enquanto os parâmetros técnicos de 21 itens foram revisados.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em queda de 1,25% no mercado à vista, cotado a R$ 5,2910 para venda, na terceira baixa seguida e no menor valor de fechamento desde 5 de agosto - quando encerrou a R$ 5,2990 - em sessão volátil e de otimismo em meio aos sinais de recuperação econômica do país e de andamento da agenda de reformas após a apresentação dos detalhes e entrega da proposta da reforma administrativa ao Congresso.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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