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Informativo Diário

28/05/2020

DÓLAR RECUA PELO SEXTO PREGÃO CONSECUTIVO E MERCADO DE SOJA PERMANECE TRAVADO

Na quarta-feira, o mercado interno de soja continuou lento nas principais praças de negociação do país. A moeda norte-americana segue recuando e encerrou no menor patamar de fechamento desde 20 de abril, sendo o sexto recuo seguido. Em Chicago, a commodity teve um dia de ligeiros ganhos. Com preços pouco atrativos, os agentes permanecem focando nos insumos, aproveitando o momento do câmbio. Diante disso, somente negócios pontuais foram reportados ao longo do dia no país.

RS: mercado bastante lento e preços nominais. Na região portuária, para embarque e pagamento em meados de abril/maio/21, as indicações permanecem entre R$ 102 e R$ 103 por saca. Para embarque e pagamento em meados de julho/agosto deste ano, as indicações continuam entre R$ 107,50 e R$ 108,50, porém sem contrapartida de venda.

PR: sem alteração nos preços e mercado travado. Para embarque e pagamento em meados de abril/21, as indicações permanecem entre R$ 101 e R$ 102 por saca CIF, mas sem contrapartida de venda.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão e no óleo, e mistos no farelo na quarta-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 0,17% no grão e de 1,21% no óleo, e perdas de 0,66% no farelo. No melhor momento do dia, o contrato julho/20 atingiu a máxima de US$ 8,5125 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 8,4850 por bushel, com alta de 1,5 ponto. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 2,75 pontos nos principais vencimentos. O vencimento agosto/20 operava com ganhos de 2,5 pontos, com negócios a US$ 8,5125 por bushel.

• Apesar da queda do petróleo - que limitou a elevação -, o cenário de menor aversão ao risco, sinais de demanda chinesa, queda do dólar e plantio mais lento nos Estados Unidos sustentaram os contratos.

• A expectativa de reabertura gradual da economia global traz otimismo ao mercado financeiro. As commodities agrícolas acompanham essa recuperação. A queda do dólar frente a outras moedas dá competitividade ao produto americano e cresce a expectativa de aumento da procura chinesa.

• Ontem, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicou que o ritmo do plantio está abaixo da expectativa do mercado, fator que ajudou na alta. Até 24 de maio, a área plantada estava apontada em 65%. O mercado apostava em 69%. Na semana passada, os trabalhos cobriam 53% da área. Em igual período do ano passado, a semeadura era de 26%. A média é de 55%.


CHINA Os casos diários de infecção pelo novo coronavírus na China subiram em apenas um, para 82.993, em 31 províncias do país, segundo a Comissão Nacional de Saúde. As mortes somaram 4.634, nenhuma a mais do que ontem. O único caso foi importado, ou seja, contraído fora dos limites nacionais. Nenhum caso foi reportado em Hubei, onde o vírus foi detectado pela primeira vez em dezembro do ano passado, mantendo o número de infectados em 68.134. A província não reportou nenhuma morte a mais, mantendo o total de óbitos em 4.512.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 1,54%, sendo negociado a R$ 5,2820 para venda e a R$ 5,2800 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2720 e a máxima de R$ 5,3610. A divisa norte-americana permanece recuando, no menor valor de fechamento desde 20 de abril e no sexto recuo seguido - pela primeira vez desde o início de dezembro do ano passado. Apesar do ambiente misto no exterior, o cenário doméstico segue corroborando para o rali local.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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