Voltar

Informativo Diário

18/09/2019

CHICAGO E DÓLAR RECUAM E MERCADO DE SOJA PERMANECE EM RIMTO LENTO NO PAÍS

Na terça-feira, o mercado interno de soja esteve calmo nas diferentes praças de negociação do país. Depois de três pregões consecutivos de ganhos, a oleaginosa encerrou no campo negativo em Chicago. O dólar também encerrou mais fraco, contribuindo para que as cotações voltassem a recuar no mercado doméstico. Com preços pouco atrativos, os agentes permanecem distantes das negociações e somente negócios pontuais têm sido reportados no país.

RS: poucos negócios foram reportados ao longo do dia no estado e as cotações encerraram de estáveis a mais baixas.

PR: os preços tiveram oscilação mista no estado e o mercado permanece em ritmo lento.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão, no farelo e no óleo na terça-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 0,69% no grão, 0,37% no farelo e de 0,96% no óleo.

• Após três sessões de alta e de atingir os melhores níveis desde julho, o mercado corrigiu tecnicamente, com os negociadores procurando realizar lucros.

• Com novembro acima de US$ 9,00 por bushel, os produtores voltaram ao mercado interno americano. O aumento da oferta contribuiu para o recuo dos preços futuros, assim como a consistente queda de cerca de 5% dos preços do petróleo, devolvendo parte dos ganhos de mais de 10% de ontem.

• O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) anunciou hoje venda de 260 mil toneladas para a China por parte de exportadores privados. Foi o terceiro dia consecutivo de vendas, que acumulam 720 mil toneladas nesse período.


CHINA O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que um acordo comercial com a China será alcançado em breve, talvez antes das eleições presidenciais de 2002, e que depois disso será muito mais difícil chegar a um entendimento. "Eles estão começando a comprar nossos produtos agrícolas", disse Trump a repórteres, ao ser questionado sobre as negociações comerciais com a China. "Eu acho que haverá um acordo em breve, talvez antes das eleições, ou um dia após as eleições. Se for depois das eleições, será um acordo como você nunca viu, será o maior acordo de todos e que a China conhece", acrescentou o presidente.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em queda de 0,26% no mercado à vista, cotado a R$ 4,0790 para venda, depois de oscilar em alta em boa parte do pregão, reagindo ao alívio no exterior após a Arábia Saudita comunicar que a produção de petróleo no país voltará ainda neste mês após ataques à uma petrolífera estatal no fim de semana. Além disso, o presidente norteamericano voltou a afirmar que chegará a um acordo com a China. No meio da tarde, o presidente Donald Trump declarou que um acordo comercial entre os Estados Unidos e a China será alcançado "em breve, talvez antes das eleições presidenciais de 2020", já que após o período poderia ser mais difícil de chegar a um entendimento. "A fala do Trump ampliou o sentimento de tranquilidade dos investimentos e apagou a alta da moeda", comenta o diretor da corretora Mirae Asset, Pablo Spyer.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





Rod. BR 373 - km 400 | Candói - PR | Brasil - CEP: 85.140-000
© 2020 | Todos os Direitos Reservados. Ultramax