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Informativo Diário

17/07/2019

MERCADO INTERNO MANTÉM RITMO LENTO DIANTE DE MAIS UMA QUEDA EM CHICAGO

Na terça-feira, o mercado interno de soja teve novamente uma sessão de pouca movimentação nas diversas praças de negociação do país. A segunda sessão de ajustes negativos relevantes em Chicago retraiu a ponta vendedora no mercado brasileiro. Os vendedores permanecem pouco interessados e a espera de um novo movimento de alta para voltar às negociações.

RS: as cotações oscilaram de estáveis a mais fracas em um mercado com registro de poucos negócios. Rumores de 15 mil toneladas movimentadas.

PR: registro de preços de estáveis a mais fracos em um mercado com negócios pontuais, sem grandes volumes envolvidos.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam novamente em queda no grão, no farelo e no óleo na terçafeira. Nas posições spot, perdas de 1,55% no grão, de 1,02% no farelo e de 1,02% no óleo.

• A melhora nas condições das lavouras americanas, a previsão de clima melhor nos Estados Unidos na próxima semana e a ausência de acordo comercial entre chineses e norte-americanos pressionaram as cotações.

• O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou dados sobre as condições das lavouras americanas de soja. Segundo o USDA, até 14 de julho, 54% estavam entre boas e excelentes condições, 34% em situação regular e 12% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 53%, 35% e 12%, respectivamente. O mercado esperava 53% das lavouras entre boas e excelentes condições.

• A expectativa é de que as temperaturas fiquem mais amenas na próxima semana, beneficiando as lavouras de soja no cinturão produtor norte-americano. Embora as chuvas não devam retornar em grande quantidade, a umidade acumulada nos solos é razoável em boa parte dos estados.

• Para completar o quadro de pressão sobre as cotações, o presidente americano, Donald Trump, disse nesta terça-feira que ainda há um longo caminho a ser percorrido para que a batalha tarifária entre as duas principais economias do mundo chegue ao fim.


CHINA A China disse que os Estados Unidos estão enganando as pessoas ao afirmar que os chineses querem chegar a um acordo comercial por causa da desaceleração do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) chinês. Na segunda-feira, o presidente norte-americano, Donald Trump, disse que as empresas estão deixando a China por causa das tarifas dos Estados Unidos, e por isso o país quer fazer um acordo. Os dados mostraram que o PIB chinês cresceu 6,2% no segundo trimestre deste ano em base anual, seu menor nível em 27 anos. No final de junho, Trump e o presidente da China, Xi Jinping, concordaram com uma trégua tarifária e em retomar as negociações comerciais para chegarem a um acordo. As conversas foram interrompidas em maio, quando os Estados Unidos aplicaram taxas de 25% a US$ 250 bilhões em bens importados chineses.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em alta de 0,37% no mercado à vista, cotado a R$ 3,7710 para venda, depois de acelerar ganhos na reta final dos negócios e ficou próximo à máxima do dia - R$ 3,7720 (+0,40%) - influenciado pelo comportamento da moeda no exterior, onde ganhou terreno frente as principais moedas globais em recuperação após sucessivas quedas na semana passada em meio às apostas de corte da taxa de juros nos Estados Unidos. Na ausência de notícias no mercado interno a respeito da reforma da Previdência com o recesso parlamentar a partir de quinta-feira, e sem novidades quanto a guerra comercial entre Estados Unidos e China, o dólar deve rondar o nível de R$ 3,75 e R$ 3,76 nos próximos dias esperando novidades.


Fonte: CMA Group - Safras & Merc ado.





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