Voltar

Informativo Diário

02/07/2019

SOJA INICIA PRIMEIRA SEMANA DO MÊS COM QUEDA NAS COTAÇÕES E POUCOS NEGÓCIOS NO PAÍS

Na segunda-feira, o mercado interno de soja iniciou a semana em ritmo lento nas diferentes praças de negociação do país. Com agentes de olho no clima norte-americano, a oleaginosa iniciou a primeira semana do mês com perdas de até 14,75 pontos nos principais vencimentos em Chicago. Além disso, a moeda norte-americana teve um dia bastante volátil, chegando a atingir a mínima de R$ 3,8110 ao longo do pregão. Diante disso, com preços fracos no mercado doméstico, os agentes permanecem distantes das negociações e não foram reportados negóciosrelevantes ao longo do dia no país.

RS: as cotações recuaram no estado. Segundo informações, não foram registrados negócios relevantes ao longo do dia.

PR: mercado calmo no estado. Os preços encerraram em queda no estado e, conforme rumores, poucos volumes foram negociados ao longo do dia.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão, no farelo e no óleo nesta segunda-feira. Nas posições spot, perdas de 1,58% no grão, de 2,65% no farelo e de 0,92% no óleo.

• Após iniciar o dia em alta, o mercado mudou de direção por conta da previsão de clima benéfico ao desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos nos próximos dias.

• Os analistas ainda avaliaram dois pontos: o relatório de área plantada divulgado na sexta pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos e a retomada das negociações comerciais entre chineses e americanos.

• Apesar da previsão de plantio do USDA ter ficado bem abaixo da estimativa do mercado, o número foi recebido com ceticismo. O próprio Departamento já informou que terá que revisar a estimativa em quatorze estados.

• Apesar do avanço nas negociações entre China e Estados Unidos, representantes do país asiático informaram que não tem programada nenhuma compra de produto agrícola americanos para os próximos dias.


CHINA A retomada das negociações comerciais entre os Estados Unidos e a China é um resultado positivo, mas trata-se de um fator temporário, uma vez que a atual disputa não vai embora tão cedo e vai continuar a ter impactos negativos na economia global, de acordo com especialistas do Bank of America Merrill Lynch. No final de semana, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping, concordarem em retomar as negociações comerciais entre os dois países. Washington adiou a nova rodada de taxas a bens importados da China, enquanto Pequim concordou em comprar mais bens agrícolas norte-americanos. Para o chefe de economia global do Bank of America Merrill Lynch, Ethan Harris, o encontro de Trump e Xi no G-20 (grupo que reúne economias mais industrializadas e países emergentes), no Japão, foi uma repetição da reunião do G-20 anterior, em dezembro de 2018, em Buenos Aires.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em leve alta de 0,10% no mercado à vista, cotado a R$ 3,8450 para venda, depois de se manter em queda por quase toda sessão reagindo ao otimismo dos mercados globais na primeira parte dos negócios após a trégua na guerra comercial entre Estados Unidos e China. A revertida, porém, veio com correção no exterior e incertezas às vésperas da leitura do parecer da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara. Na reta final dos negócios, o dólar à vista inverteu sinal e passou a registrar máximas consecutivas, chegando a R$ 3,8500 (+0,23%) depois de buscar os R$ 3,80 (R$ 3,8110, -0,78%). na primeira parte dos negócios. "Foi uma certa piora no exterior e aqui, os investidores aproveitaram a taxa baixa e foram às compras", comenta o analista de câmbio da Correparti,Guilherme França.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





Rod. BR 373 - km 400 | Candói - PR | Brasil - CEP: 85.140-000
© 2020 | Todos os Direitos Reservados. Ultramax