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Informativo Diário

26/11/2019

SOJA TEM QUARTA QUEDA CONSECUTIVA EM CHICAGO E MERCADO INICIA A SEMANA CALMO

Na segunda-feira, o mercado interno de soja iniciou a semana pouco movimentado nas diversas praças de negociação do país. Na sessão de hoje, a moeda norteamericana voltou a subir e encerrou acima dos R$ 4,20. Porém, em Chicago, a oleaginosa registrou seu quarto pregão seguido no campo negativo. Diante disso, as cotações tiveram oscilação mista no mercado físico e poucos lotes foram comercializados ao longo do dia no país.

RS: mercado iniciando a semana com preços firmes, porém poucos lotes comercializados. Na região portuária, o comprador sinalizava R$ 91,50 por saca CIF para embarque no mês de novembro e pagamento em meados de dezembro, mas sem contrapartida de vendas.

PR: as cotações encerraram estáveis e não houve negócios significativos no estado. Na região portuária, havia possibilidade de negócios na faixa de R$ 91 por saca para embarque imediato e pagamento no final de dezembro.


CHICAGO(CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão e no farelo, e em queda no óleo na segunda-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 0,50% no grão, 0,23% no farelo e de 1,42% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato novembro/19 atingiu a máxima de US$ 9,0250 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 8,9250 por bushel, com queda de 4,5 pontos. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com perdas de até 3 pontos nos principais vencimentos. O vencimento março/20 operava com queda de 3 pontos, com negócios a US$ 9,0825 por bushel.

• Informações de que a China estaria comprando soja no Brasil provocaram a quarta sessão seguida de perdas em Chicago.

• Nem mesmo a perspectiva de fechamento de um acordo comercial entre China e Estados Unidos conseguiu evitar a nova baixa em Chicago. A previsão de clima favorável para o desenvolvimento das lavouras no Brasil e na Argentina também pesou sobre os contratos.

• Chineses adquiriram pelo menos 20 cargas de soja brasileira na semana passada devido à incerteza sobre um acordo comercial com os Estados Unidos, com os asiáticos correndo para garantir suprimentos, disseram operadores nesta segunda-feira. Os importadores também buscaram grãos da safra futura do Brasil em meio a margens atraentes, disseram dois traders que não quiseram ser identificados, conforme noticiou a agência Reuters.

• A China e os Estados Unidos estão muito perto da fase um de um acordo comercial, afirmou nesta segunda-feira o Global Times, tabloide comandado pelo oficial People'sDaily, do Partido Comunista, ignorando notícias "negativas".

• A China também permanece comprometida em continuar as negociações para a fase dois e mesmo a fase três de um acordo com os EUA, disse o Global Times no Twitter, citando especialistaspróximos do governo chinês.


CHINA O Conselho de Estado da China, juntamente com o Comitê Central do Partido Comunista, divulgou no final de semana diretrizes para garantir direitos de propriedade intelectual, uma demanda dos Estados Unidos como parte das negociações comerciais entre os dois países. Em um documento com o título "Diretriz sobre o fortalecimento da proteção dos direitos de propriedade intelectual", divulgado ontem, as autoridades chinesas afirmaram que vão aumentar as penalidades para violações de direitos de propriedade intelectual.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com alta de 0,50%, sendo negociado a R$ 4,2150 para venda e a R$ 4,2130 para compra. Durante o dia, a moeda norteamericana oscilou entre a mínima de R$ 4,1900 e a máxima de R$ 4,2200. A divisa norte-americana voltou a avançar renovando o recorde histórico de fechamento alcançado em 18 de novembro, quando encerrou a R$ 4,2070. Além da valorização da moeda no exterior, que contaminou as moedas de países emergentes, o mercado local reagiu aos números das contas externas no País que registrou o pior desempenho desde 2014.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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