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Informativo Diário

28/10/2019

COM FORTE QUEDA DE CHICAGO E DÓLAR, MERCADO DE SOJA ENCERRA A SEMANA TRAVADO NO PAÍS

Na sexta-feira, o mercado interno de soja encerrou a semana travado nas principais praças de negociação do país. Em Chicago, após andar de lado ao longo da semana, a oleaginosa encerrou com significativas perdas de até 13 pontos nos principais vencimentos. Já a moeda norte-americana, acumulou aproximadamente 3% de queda nessa semana, contribuindo para o recuo das cotações na sessão de hoje. Diante disso, os negócios seguem escassos no país e o foco dos agentes permanece no plantio, que já atinge cerca de 30,7% da área total esperada.

RS: mercado bastante lento no estado e preços em queda. Na região de Passo Fundo, as indicações estavam na faixa de R$ 85 por saca para embarque imediato e pagamento em meados de novembro, mas sem contrapartida de venda. Os trabalhos de plantio já iniciaram no estado, mas apenas em áreas pouco expressivas.

PR: cotações recuando e mercado travado no estado. Na região Oeste, o comprador sinalizava R$ 84 por saca para pagamento curto, mas não foram comercializados lotes relevantes. Os trabalhos de semeadura já atingem aproximadamente 48% da área prevista para o estado.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão, no farelo e no óleo na sexta-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 1,39% no grão, 0,75% no farelo e de 1,21% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato novembro/19 atingiu a máxima de US$ 9,3725 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 9,2025 por bushel, com queda de 13 pontos. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com perdas de até 2,75 pontos nos principais vencimentos. O vencimento março/20 avançava 0,25 pontos, com negócios a US$ 9,5875 por bushel. Os investidores optaram por se desfazer de posições, acelerando a queda no final da sessão. Na semana, a posição novembro caiu 1,47%, atingindo o menor nível em duas semanas. As negociações entre China e Estados Unidos em busca de um acordo comercial seguiram no centro das atenções. O resultado fraco das exportações semanais americanas e o sentimento de que as compras chinesas ficaram aquém do esperado nesta semana determinaram as perdas. A previsão de clima favorável ao desenvolvimento das lavouras americanas e a perspectiva de avanço do plantio também se tornaram um fator de pressão sobre os contratos.


CHINA Os Estados Unidos e a China fizeram progressos nas negociações comerciais e chegaram perto de finalizar partes da fase um do acordo, disse o escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos, em comunicado. As informações são da agência de notícias "Dow Jones".


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com queda de 0,81%, sendo negociado a R$ 4,0100 para venda e a R$ 4,0080 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,9950 e a máxima de R$ 4,0350. Na semana, o dólar registrou queda de 2,66%, apresentando a maior queda semanal desde fevereiro, quando a divisa recuo 2,86% na semana de 24 de janeiro a 1 de fevereiro de 2019. A divisa norte-americana fechou com significativas perdas refletindo o bom humor do mercado doméstico ainda na esteira da conclusão da aprovação da reforma da Previdência, o que motivou a entrada de recursos estrangeiros no país em meio à expectativa para o leilão do pré-sal no mês que vem.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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