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Informativo Diário

27/11/2019

DÓLAR RENOVA MÁXIMAS E PREÇOS DA SOJA AVANÇAM NO PAÍS

Na terça-feira, o mercado interno de soja permaneceu pouco agitado nas principais praças de negociação do país. Ao longo do dia, a moeda norte-americana chegou a atingir os níveis de R$ 4,2770 por dólar, mas perdeu força no final da sessão. Já em Chicago, a oleaginosa teve seu quinto pregão consecutivo de perdas. Diante disso, os preços ficaram de estáveis a mais altos no mercado doméstico e poucos lotes foram comercializados ao longo do dia no país.

RS: dia de preços de estáveis a mais altos e poucos negócios reportados. Na região portuária, houve possibilidade de negócios na faixa de R$ 92 por saca CIF para embarque no mês de novembro e pagamento no final de dezembro, mas poucos lotesforam comercializados.

PR: sem mudança nas cotações e mercado pouco movimentado. Na região portuária, o comprador oferecia R$ 92 por saca para embarque imediato e pagamento em meados de janeiro, mas poucos negóciosforam registrados.


CHICAGO(CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão, no farelo e no óleo na terça-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 0,92% no grão, 1,20% no farelo e de 0,72% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato novembro/19 atingiu a máxima de US$ 8,95 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 8,8425 por bushel, com queda de 8,25 pontos. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com perdas de até 8,75 pontos nos principais vencimentos. O vencimento março/20 operava com queda de 8,75 pontos, com negócios a US$ 8,9825 por bushel.

• A demora na definição de um acordo comercial entre China e Estados Unidos fez o mercado enfileirar a quinta sessão de perdas.

• Com a demora no acordo, os importadores chineses deslocam a sua demanda dos Estados Unidos para o Brasil. A desvalorização de hoje do real na comparação com o dólar torna a soja brasileira ainda mais competitiva.

• Muitas processadoras de grãos chinesas estão solicitando mais cotas isentas de impostos de importação de soja nos Estados Unidos, à medida que as cotas se esgotam. No entanto, as autoridades do governo chinês ainda não aprovaram nenhumadelas.


CHINA O vice-premiê chinês e líder das negociações com os Estados Unidos, Liu He, conversou por telefone com o representante de Comércio norte-americano, Robert Lighthizer, e o secretário do Tesouro do país, Steve Mnuchin, sobre "as principais preocupações" envolvendoo acordo comercial entre os dois países. "Os dois lados discutiram como resolver as principais preocupações um do outro, chegaram a alguns consensos sobre como solucionar problemas relacionados e concordaram em manter comunicação sobre questões ainda pendentes nas negociações do acordo de primeira fase", afirma o ministério do Comércio da China em comunicadopublicado em seu site.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com alta de 0,61%, sendo negociado a R$ 4,2410 para venda e a R$ 4,2390 para compra, renovando a máxima histórica de fechamento, de R$ 4,2150 registrado ontem. Durante o dia, a moeda norteamericana oscilou entre a mínima de R$ 4,2380 e a máxima de R$ 4,2770. A divisa norte-americana voltou a avançar e renova a máxima histórica de fechamento pelo segundo pregão seguido reagindo às declarações do ministro da Economia, Paulo Guedes. Ontem, durante entrevista nos Estados Unidos, a respeito sobre a máxima da moeda de R$ 4,2150, Guedes declarou que era preciso "se acostumar" com o novo patamar do câmbio e com juros mais baixos por um "bom tempo".


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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