Voltar

Informativo Diário

17/03/2021

COTAÇÕES OSCILAM POUCO EM UM MERCADO COM BAIXA MOVIMENTAÇÃO

Na terça-feira, o mercado interno de soja novamente trabalhou em ritmo lento nas principais praças de negociação do país. Com compradores e vendedores ainda pouco interessados em novos negócios, apenas volumes isolados foram movimentados. Os produtores permanecem com as atenções centralizadas nos trabalhos de colheita da nova safra, enquanto compradores avaliam os problemas relacionados às entregas de contratos firmados previamente. As cotações oscilaram de forma mista no país, mas permaneceram estáveis em sua maioria.

RS: registro de cotações um pouco mais firmes em um mercado pouco agitado. Na região portuária do estado, para embarque e pagamento em meados de junho/21, indicações de compra até R$ 176 por saca CIF, enquanto no spot a indicação fica em R$ 173,50. No interior do estado, comprador indicando entre R$ 169 e R$ 170 por saca FOB para embarque e pagamento curtos.

PR: mercado com preços oscilando de estáveis a mais firmes, mas ficando nominais em sua maioria em mais uma sessão lenta. Para embarque e pagamento em meados de abril/maio’21, indicação de compra a R$ 170 por saca CIF na região portuária. Na região oeste, indicação de compra a R$ 161 por saca no disponível.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão e mistos no farelo e no óleo na terça-feira. Nas posições spot, ganho de 0,26% no grão e 1,67%, perda de 0,31% no farelo e estabilidade no óleo. No melhor momento do dia, o contrato maio/21 do grão atingiu a máxima de US$ 14,2500 por bushel. Ao final da sessão, trocou de mãos a US$ 14,2325 por bushel.

• As primeiras posições do grão subiram por fatores técnicos. A falta de novidades fundamentais está prejudicando a adoção de uma tendência.

• Dois pontos seguem no foco do mercado: o clima na América do Sul e o posicionamento frente ao relatório de intenção de plantio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado no final do mês.

• Na Argentina, há sinais de melhora nas condições das lavouras diante do retorno das chuvas, ainda que esparsas e isoladas. No Brasil, as chuvas prejudicam a colheita, mas o mercado ainda trabalha com safra cheia, mesmo com as dificuldades nos trabalhos de campo.


CHINA O ressurgimento de uma doença letal suína está colocando nova pressão sobre os esforços da China para reconstruir seus rebanhos, o que é uma ameaça às esperanças dos agricultores dos Estados Unidos de vender mais soja ao país asiático este ano. Segundo fontes, um novo surto de peste suína africana no principal país produtor de suínos do mundo está matando número crescente de porcos chineses, com o rebanho de porcas caindo de 3% a 5% a cada mês desde dezembro, de acordo com um relatório de terça-feira do Rabobank. As autoridades chinesas previram que o país retornar aos rebanhos de suínos pré-doença este ano. Os novos surtos podem atrasar isso até 2023. A peste suína africana, uma doença inofensiva para os humanos, mas quase sempre fatal para os porcos, tomou uma enorme mordida no suprimento de suínos da China nos últimos anos. Em 2019, a propagação da doença cortou o rebanho de suínos da China em cerca de 40%, para 260 milhões de cabeças.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em queda de 0,40% no mercado à vista, cotado a R$ 5,6160 para venda, com o sinal negativo prevalecendo por toda a sessão reagindo aos dados mais fracos da produção industrial e de vendas no varejo nos Estados Unidos em fevereiro, no qual ficaram bem abaixo do esperado pelo mercado. Além disso, investidores aguardam as decisões dos Bancos Centrais daqui e dos Estados Unidos que ocorrem nesta quarta-feira.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





Rod. BR 373 - km 400 | Candói - PR | Brasil - CEP: 85.140-000
© 2021 | Todos os Direitos Reservados. Ultramax