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Informativo Diário

25/06/2019

SOJA INICIA SEMANA COM GANHOS EM CHICAGO, MAS COMERCIALIZAÇÃO SEGUE EM RITMO LENTO

Na segunda-feira, o mercado interno de soja iniciou a última semana do mês de junho pouco movimentado nas principais praças de negociação do país. Com a oleaginosa subindo na Bolsa de Chicago e com o dólar andando de lado, o mercado nacional teve dificuldades para um direcionamento mais claro, e o dia foi de fraca movimentação, sem negócios relevantes.

RS: preços inalterados e aproximadamente 20 mil toneladas de soja gaúcha trocaram de mãos ao longo do dia no estado.

PR: cotações de estáveis a mais altas e cerca de 20 mil toneladas foram negociadas ao longo do dia.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão e no farelo, e em queda no óleo nesta segunda-feira. Nas posições spot, ganhos de 0,69% no grão e de 0,63% no farelo, e perdas de 0,31% no óleo.

• O mercado voltou a ser sustentado pelo clima úmido em regiões produtoras dos Estados Unidos, que atrasa o plantio da soja e pode afetar o potencial produtivo das lavouras. Hoje, às 17 horas, sai o relatório de plantio, que será divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). As informações partem de agências internacionais.

• As atenções também estão voltadas para a retomada das negociações entre os Estados Unidos e a China, que deve ocorrer nesta semana na reunião do G-20 no Japão. Além disso, os investidores se posicionam frente ao relatório de área norteamericana, que sai na sexta-feira.


CHINA A China defende uma reforma na Organização Mundial do Comércio (OMC) e está disposta a trabalhar com seus parceiros comerciais por um ambiente livre para empresas e investidores de todos os países, disse o Ministro do Comércio chinês, Wang Shouwen. "A China apoia as reformas necessárias à Organização Mundial do Comércio para aumentar sua autoridade e eficácia", disse ele, em coletiva de imprensa sobre a participação do país na reunião do G-20 (grupo que reúne economias mais industrializadas e países emergentes) no Japão, esta semana. "Esperamos que a cúpula reforce ainda mais o consenso positivo de apoiar o sistema multilateral de comércio e se opor ao unilateralismo e ao protecionismo", disse. Segundo Wang, a China visa a "fortalecer o comércio e o investimento na cooperação pragmática para promover um crescimento inclusivo e sustentável".


CÂMBIO O dólar comercial fechou em leve alta de 0,07% no mercado à vista, cotado a R$ 3,8280 para venda, em sessão marcada por lateralidade da moeda estrangeira com investidores em compasso de espera por avanços da reforma da Previdência nesta semana e na expectativa de um acordo comercial entre Estados Unidos e China no fim da semana quando os presidentes dos países devem se encontrar durante o G-20, no Japão. O analista de câmbio da Correparti, Ricardo Gomes Filho, ressalta que o investidor está "em compasso de espera" por importantes eventos na semana. como a divulgação da ata do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central amanhã, a apreciação do texto final da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara dos Deputados. Lá fora, tem a divulgação da terceira leitura do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos no primeiro trimestre e a expectativa pelo encontro entre Donald Trump e Xi Jinping na expectativa de um acordo comercial entre norte-americanos e chineses.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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