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Informativo Diário

02/03/2021

EM DIA VOLÁTIL, PREÇOS DA SOJA AVANÇAM E NEGÓCIOS MODERADOS SÃO REPORTADOS NO PAÍS

Na segunda-feira, o mercado interno de soja iniciou a semana calmo nas principais praças de negociação do país. Em dia volátil, a oleaginosa teve uma sessão de preços firmes e escassos negócios registrados. Em Chicago, a commodity chegou a abrir com mais de 15 pontos de alta, mas perdeu força e encerrou com perdas significativas. Já o câmbio operou no campo negativo, mas permaneceu nos níveis de R$ 5,60 por dólar. Com excesso de umidade na maioria dos estados, os trabalhos de colheita seguem com dificuldade e pouco avançaram no final de semana.

RS: dia de pouca movimentação no estado e cotações mais altas. Na região portuária do estado, para embarque e pagamento em meados de julho/21, indicações nominais até R$ 176,50 por saca CIF na melhor parte do dia. No interior do estado, comprador indicando até R$ 169 por saca FOB para embarque e pagamento curto, também no melhor momento da sessão.

PR: mercado pouco agitado e cotações mistas no estado. Para embarque e pagamento em meados de março/21, rumores de negócios na faixa de R$ 171 por saca CIF na região portuária, no melhor momento do dia. Na região oeste, indicações nominais na faixa de R$ 158 por saca no disponível.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão e no farelo, e em queda no óleo na segundafeira. Nas posições spot, as perdas foram de 0,90% no grão, de 0,70% no farelo e de 1,11% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato março/21 do grão atingiu a máxima de US$ 14,22 por bushel. Ao final da sessão, trocou de mãos a US$ 13,9250/bushel. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 9,25 pontos nos principais vencimentos. O vencimento maio/21 operava com perdas de 5,75 pontos, com negócios a US$ 13,9850 por bushel.

• Foi a terceira sessão seguida de perdas. Em dia volátil, o mercado não conseguiu segurar os ganhos iniciais, devido à ausência de novidades sobre a demanda pela soja americana e à queda do petróleo no mercado internacional.

• Mesmo que o cenário fundamental siga positivo, principalmente me função do atraso na colheita e nos embarques brasileiros, o mercado se ressente de novos anúncios sobre vendas dos Estados Unidos pelo USDA, o Departamento de Agricultura daquele país. Com isso, fundos e especuladores optaram por liquidar posições.

• As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 879.582 toneladas na semana encerrada no dia 25 de fevereiro, conforme relatório semanal divulgado pelo USDA. O mercado esperava o número em 600 mil toneladas.

• Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 803.548 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado for a de 589.230 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 51.879.094 toneladas, contra 29.421.858 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.


CHINA O índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) sobre a atividade industrial da China caiu para 50,9 pontos em fevereiro, menor crescimento em nove meses, após registrar 51,5 pontos em janeiro, de acordo com dados divulgados pelo instituto IHS Markit em parceria com o grupo de mídia Caixin.


CÂMBIO O dólar comercial fechou com ligeira queda de 0,03% no mercado à vista, cotado a R$ 5,6000 para venda, em sessão de intensa oscilação com investidores locais calibrando o bom humor externo que prevaleceu ao longo da sessão e favoreceu as moedas de países emergentes. A busca por risco se deu em meio à recuperação dos ativos globais e com o otimismo após a aprovação do pacote de ajuda fiscal à economia norte-americana na Câmara dos Deputados no fim de semana.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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