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Informativo Diário

14/08/2019

SOJA TEM DIA DE PREÇOS MISTOS E POUCOS NEGÓCIOS REPORTADOS NO PAÍS

Na terça-feira, o mercado interno de soja ficou pouco agitado nas diferentes praças de negociação do país. Apesar dos ganhos de até 10,5 pontos nos principais vencimentos em Chicago, a moeda norte-americana encerrou em queda e os prêmios recuaram, resultando em oscilações mistas nas cotações no mercado doméstico. Cautelosos, aguardando melhores oportunidades, os agentes têm demonstrado interesse em negociar safra nova, onde já houve registro de aproximadamente 120 mil toneladas negociadas na região do MATOPIBA ao longo da semana.

RS: as cotações oscilaram de estáveis a mais altas em um mercado com registro de poucos negócios. No porto de Rio Grande, houve indicações na faixa dos R$ 87 para entrega no mês de outubro.

PR: registro de preços de estáveis a mais altos em um mercado com negócios pontuais, sem grandes volumes envolvidos.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão e no farelo, e em queda no óleo na terça-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 1,21% no grão e de 2,02% no farelo, e perdas de 1,58% no óleo.

• O mercado encontrou sustentação em informações sinalizando avanço nas negociações entre Estados Unidos e China em busca de um acordo comercial. O relatório altista do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) completou o cenário positivo.

• O escritório de Comércio dos Estados Unidos informou nesta terça-feira que certos itens estão sendo removidos da nova lista tarifária da China por questões que envolvem "saúde, segurança, segurança nacional e outros fatores", enquanto as tarifas sobre outros itens serão adiadas de setembro para 15 de dezembro. Asinformações são do site da CNBC News.

• Os produtos do grupo que terão tarifas postergadas incluem "telefones celulares, laptops, consoles de videogame, certos brinquedos, monitores de computador e certos itens de calçados e roupas", informou o escritório.

• Estes ítens se referem à lista de 10% anunciada recentemente pela administração Trump.


CHINA O governo dos Estados Unidos decidiu diminuir a lista de produtos da China que estarão sujeitos a uma tarifa de importação de 10% a partir de 1 de setembro. Para parte deles, não haverá mais a cobrança, enquanto para outro segmento a vigência da tarifa foi adiada para dezembro. "Alguns produtos estão sendo removidos da lista de tarifas com base em preocupações sobre a saúde, a segurança, a defesa nacional e outros fatores e não serão submetidos a uma tarifa adicional de 10%", disse o escritório do representante do Comércio do país em nota. Além disso, "foi determinado que a tarifa deve ser adiada até 15 de dezembro para certos artigos. Os produtos neste grupo incluem, por exemplo, telefones celulares, computadores laptop, consoles de videogames, certos brinquedos, monitores de computadores e certos itens de calçado e vestuário", acrescentou.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em queda de 0,37% no mercado à vista, cotado a R$ 3,9700 para venda, reagindo às conversas entre representantes do governo norteamericanos e do governo chinês atenuando as tensões comerciais entre os dois países com o adiamento da cobrança de 10% de tarifa sobre produtos do país asiático a partir do mês que vem. "O dólar registrou mínimas consecutivas, chegando a furar o piso de R$ 3,95, com o anúncio de que os norte-americanos vão remover alguns produtos da lista de tarifas ao país asiático e com a informação do governo chinês de que as conversas continuarão nas próximas duas semanas", comenta o operador de câmbio da Correparti, Guilherme Esquelbak.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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