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Informativo Diário

16/06/2020

MERCADO TEM NOVA SESSÃO DE PREÇOS MAIS FIRMES, MAS COM POUCO INTERESSE DE VENDA

Na segunda-feira, o mercado brasileiro de soja teve uma sessão com registro de poucos negócios, apesar da forte oscilação dos preços. Em mais um dia de alta do dólar frente à moeda brasileira, as cotações oscilaram positivamente em praticamente todas as praças do país. Apesar disso, apenas negócios isolados e com volumes pouco relevantes foram anotados ao longo do dia. A maior parte das cotações ficou apenas nominal.

RS: registro de cotações mais firmes em um mercado com negócios pontuais. Na região portuária, para embarque em abril/maio/21 e pagamento em meados de junho/21, as indicações ficaram na faixa de R$ 105 por saca CIF Rio Grande. Para embarque e pagamento em meados de junho/julho deste ano, o comprador sinaliza em torno de R$ 110,00. Para julho/julho, indicações em R$ 102,50.

PR: os preços oscilaram positivamente em um mercado com negócios isolados para entrega em 2021. Para embarque e pagamento em meados de fevereiro/março/21, as indicações estavam na faixa de R$ 102 por saca CIF região portuária. Para embarque e pagamento em meados de junho/julho deste ano, o comprador sinaliza em torno de R$ 109,50 CIF Paranaguá.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão e no farelo e em alta no óleo na segunda-feira. Nas posições spot, perdas de 0,25% no grão e 0,20% no farelo e ganho de 0,87% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato julho/20 do grão atingiu a máxima de US$ 8,7175 por bushel. No final da sessão, trocou de mãos a US$ 8,69 por bushel.

• Os investidores optaram por realizar lucros após três sessões de ganhos. O receio de uma nova onda mundial de contaminação pelo coronavírus pesou pelo do financeiro.

• No lado fundamental, o bom desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos, indicando uma safra cheia, contribuiu para a correção por parte de fundos e especuladores. Os números de esmagamento de maio e de inspeções de exportação semanais ficaram abaixo do esperado e contribuíram para o recuo, apesar do anúncio de venda de 390 mil toneladas por parte dos exportadores privados para a China.

• A Associação Norte-Americana dos Processadores de Óleos Vegetais (NOPA) informou que o esmagamento de soja atingiu 169,584 milhões de bushels em maio, ante 171,754 milhões no mês anterior. A expectativa do mercado era de 173 milhões.

• As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 376.323 toneladas na semana encerrada no dia 11 de junho, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Analistas esperavam o número em 400 mil toneladas.


CHINA Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 390.000 toneladas de soja para a China. A entrega está programada para a temporada 2020/21. Toda operação envolvendo a venda de volume igual ou superior a 100 mil toneladas do grão, feita para o mesmo destino e no mesmo dia, tem que ser reportada ao USDA.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em forte alta de 1,88% no mercado à vista, cotado a R$ 5,1410 para venda, engatando a quarta alta seguida e a segunda sessão com a moeda novamente acima de R$ 5,00, acompanhando o exterior em sessão de forte volatilidade em meio à forte aversão ao risco com os temores de uma segunda onda de contaminação pelo novo coronavírus após novos casos na China e em alguns estados norte-americanos.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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