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Informativo Diário

18/03/2020

EM DIA DE ALTA EM CHICAGO E DÓLAR A R$ 5, PREÇOS DA SOJA SEGUEM AVANÇANDO E COMERCIALIZAÇÃO MANTÉM O RITMO NO PAÍS

Na terça-feira, o mercado interno de soja permaneceu com movimentação razoável nas principais praças de negociação do país. A divisa norte-americana, apesar da queda significativa, fechou na segunda maior cotação da história, em dia de bastante volatilidade e chegando a operar acima dos R$ 5,08. Em Chicago, a commodity teve um dia de leves ganhos, contribuindo para o avanço dos preços no mercado doméstico. Segundo rumores, aproximadamente 300 mil toneladas de soja foram comercializadas ao longo do dia no país.

RS: preços mistos e bom volume de negócios. Na região portuária, havia possibilidade de negócios na faixa de R$ 100 por saca CIF para embarque e pagamento em meados de julho/21. Segundo rumores, pelo menos 50 mil toneladas de soja trocaram de mãos no estado ao longo do dia.

PR: sem alteração nas cotações e negócios razoáveis. Em Paranaguá, havia possibilidade de negócios na faixa de R$ 96 por saca CIF para embarque e pagamento em meados de abril. Na região Norte, as indicações estavam na faixa de R$ 90 a R$ 90,50 para embarque no mês de fevereiro/21 e pagamento em meados de abril/21.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão e no farelo, e em alta no óleo na terça-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 0,30% no grão, de 0,67% no farelo e de 1,00% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato maio/20 atingiu a máxima de US$ 8,3250 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 8,2425 por bushel, com alta de 2,5 pontos. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 4,5 pontos nos principais vencimentos. O vencimento julho/20 operava com ganhos de 3,5 pontos, com negócios a US$ 8,34 por bushel.

• O mercado esboçou recuperação, seguindo outros mercados e se beneficiando de compras de barganha. • Na parte final do dia, no entanto, o mercado começou a corrigir, ainda sentindo os efeitos do coronavírus e seu impacto sobre a economia global.


CHINA O Goldman Sachs reduziu a previsão para o crescimento da economia da China em 2020 para 3,0%, de 5,5% anteriormente, e passou a prever contração de 9% no Produto Interno Bruto (PIB) do país no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano anterior. Antes, a estimativa era de que nos três primeiros meses de 2020 a economia da China cresceria 2,5%. A revisão das estimativas foi divulgada depois que a China divulgou os dados mais recentes sobre a produção industrial, as vendas no varejo e os investimentos no país. Segundo o Goldman Sachs, os resultados publicados pelo governo surpreenderam porque "estão em linha com indicadores de alta frequência e não mostram o grau de suavização que historicamente se observa tanto por acadêmicos quanto por nós em períodos de fraqueza econômica.“


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,91%, sendo negociado a R$ 5,0020 para venda e a R$ 5,0000 para compra. Durante o dia, a moeda norteamericana oscilou entre a mínima de R$ 4,9610 e a máxima de R$ 5,0880. A divisa norte-americana fechou na segunda maior cotação da história, em sessão de forte volatilidade no qual a moeda chegou a operar acima dos R$ 5,08 (R$ 5,0880) - máxima histórica intraday - com a confirmação da primeira morte por coronavírus no Brasil. Os Estados Unidos, porém, anunciaram um pacote de medidas no qual corroborou para um alívio da moeda.


Fonte: CMA group - Safras & Mercado.





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