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Informativo Diário

11/03/2021

MERCADO TRAVA FRENTE ÀS FORTES QUEDAS EM CHICAGO E NO DÓLAR

Na quarta-feira, o mercado interno de soja teve uma sessão totalmente travada nas principais praças de negociação do país. Com compradores e vendedores retraídos frente às fortes quedas registradas nos contratos futuros em Chicago e no câmbio, não houve reporte de negócios com volumes relevantes ao longo do dia. As cotações oscilaram negativamente em praticamente todas as regiões do país, ficando apenas nominais.

RS: registro de preços inferiores e somente nominais em um mercado sem negócios reportados. Na região portuária do estado, para embarque e pagamento em meados de junho/21, indicações de compra até R$ 181 por saca CIF, enquanto no spot a indicação fica em R$ 178. No interior do estado, comprador indicando até R$ 174 por saca FOB para embarque e pagamento curtos.

PR: as cotações registraram fortes desvalorizações e ficaram apenas nominais em um mercado vazio de negócios. Para embarque e pagamento em meados de abril/21, indicação de compra a R$ 173 por saca CIF na região portuária. Na região oeste, indicação de compra a R$ 162 por saca no disponível.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em forte queda no grão e no farelo e mistos no óleo na quartafeira. Nas posições spot, perdas de 2,06% no grão e 2,17% no farelo e ganho de 0,38% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato março/21 do grão atingiu a máxima de US$ 14,4150 por bushel. Ao final da sessão, trocou de mãos a US$ 14,1150 por bushel.

• O mercado encerrou bem próximo das mínimas do dia, com fundos e especuladores realizando lucros.

• A perspectiva de que a safra brasileira vai ser recorde, mesmo com o atraso na colheita em decorrência das chuvas, pesou sobre as cotações. Conforme estimativas de SAFRAS & Mercado, apesar de algumas perdas regionalizadas, a produção brasileira deverá superar a marca de 130 milhões de toneladas, confirmando um novo recorde produtivo.

• Os agentes ainda absorveram o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado ontem, e que não trouxe surpresas. A simples manutenção na projeção para os estoques americanos foi suficiente para adicionar pressão.

• Para quinta-feira, o mercado aguarda os números para as exportações semanais americanas. A aposta é de embarques entre 250 mil e 700 mil toneladas.


CHINA O índice de preços ao produtor da China subiu 1,7% em fevereiro em relação ao mesmo período do ano anterior, na primeira alta em 11 meses, após a alta de 0,3% reportada em janeiro, segundo informações do departamento de estatísticas do país. Na comparação com o mês imediatamente anterior, o índice de preços ao produtor da China avançou 0,8% em fevereiro, após a alta de 1,0% em janeiro.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em forte queda de 2,36% no mercado à vista, cotado a R$ 5,6550 para venda, na maior queda percentual diária desde o fim de janeiro e interrompendo a sequência de três altas seguidas, em sessão de forte volatilidade e amplitude reagindo aos dois leilões realizados pelo Banco Central (BC), à aprovação do pacote de estímulo fiscal trilionário nos Estados Unidos e à aprovação da PEC Emergencial em segundo turno na Câmara dos Deputados.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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