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Informativo Diário

13/06/2019

APESAR DA FORTE ALTA DE CHICAGO, MERCADO DE SOJA PERMANECE CALMO NO PAÍS

Na quarta-feira, o mercado interno de soja manteve-se em ritmo lento nas diversas praças de negociação do país. Os ganhos de até 18,75 pontos em Chicago colaboraram para o avanço das cotações no mercado doméstico. Porém, a volatilidade da moeda norte-americana, que chegou a atingir a mínima de R$ 3,8320 ao longo do pregão, acabou impedindo uma alta mais consistente nos preços. Os prêmios mais fracos também influenciaram nas negociações na sessão de hoje. Diante disso, os agentes permaneceram cautelosos aguardando melhores condições e poucos negócios foram registrados ao longo do dia no país.

RS: conforme rumores, aproximadamente 40 mil toneladas foram negociadas ao longo do dia. Os preços encerraram de estáveis a mais fracos no estado.

PR: cotações firmes no estado e poucos negócios foram reportados ao longo do dia.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão, no farelo e no óleo nesta quarta-feira. Nas posições spot, ganhos de 2,18% no grão, de 1,62% no farelo e de 1,24% no óleo.

• A previsão de chuvas para o cinturão produtor dos Estados Unidos deflagrou um movimento de compras por parte de fundos e especuladores.

• Após o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) ter mantido a estimativa de safra americana no relatório de ontem, o mercado começa a especular em torno das mudança que serão definidas em julho. Parte do mercado apostava em aumento na área com transferência do milho.

• Mas com as chuvas a possibilidade de atraso na semeadura aumenta e já se especula que poderá acontecer com a soja o mesmo que com o milho: o plantio pode não se completar e o potencial produtivo ser comprometido.


CHINA O presidente norte-americano, Donald Trump, voltou a dizer que, apesar da escalada de tensões comerciais com a China, as duas maiores economias do mundo devem chegar ao fim desse processo com um acordo comercial mais amplo. Para que isso aconteça, segundo Trump, deve haver um encontro entre ele e o líder chinês, Xi Jinping, no fim do mês, em Osaka, no âmbito do G-20 (grupo que reúne economias mais industrializadas e países emergentes). "Queremos um acordo com a China, mas esse acordo depende de decisões que a China precisa tomar com relação a transferência forçada de tecnologia e roubo de propriedade intelectual, por exemplo", disse Trump durante entrevista coletiva na Casa Branca.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em alta 0,51% no mercado à vista, negociado a R$ 3,8700 para venda, depois de renovar máximas sucessivas próximo ao fim do pregão indo a R$ 3,8730 (+0,60%), influenciado pelo estresse do mercado local com alguns pontos do parecer da reforma da Previdência que será apresentado amanhã na comissão especial da Câmara dos Deputados. Um dos pontos é a exclusão de estados e municípios da proposta. Para o economista da Tendências Consultoria, Silvio Campos, mesmo que a retirada dos estados e dos municípios do texto "não entre na conta" de economia de R$ 1,0 trilhão nos próximos dez anos - se aprovada a proposta de reforma da Previdência da equipe econômica do presidente Jair Bolsonaro – a informação de ficará de fora do texto "decepcionou bastante" o mercado levando a moeda estrangeira a renovar máximas no fim do pregão. "É ruim porque os estados estão em situação fiscal crítica", avalia.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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