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Informativo Diário

18/06/2020

DÓLAR E CHICAGO EM ALTA TRAZEM ALGUNS NEGÓCIOS PARA O MERCADO INTERNO

Na quarta-feira, o mercado brasileiro de soja registrou uma movimentação considerada razoável em alguns estados do país. RS, PR, MS e MT registraram alguns negócios ao longo da sessão, embora os volumes envolvidos ainda permaneçam restritos. Nos demais estados, as indicações ficaram apenas nominais, sem negócios aparentes. As cotações tiveram um dia de valorizações frente aos ganhos do dólar e de Chicago.

RS: registro de cotações em alta em um mercado com alguns negócios sendo anotados. Na região portuária, para embarque em abril/maio/21 e pagamento em meados de junho/21, as indicações ficaram na faixa de R$ 104,50 por saca CIF Rio Grande. Para embarque e pagamento em meados de junho/julho deste ano, o compradorsinaliza em torno de R$ 113. Para julho/agosto, indicações em R$ 114.

PR: mais uma sessão de preços superiores e algumas negociações sendo registradas. Para embarque e pagamento em meados de fevereiro/março/21, as indicações estavam na faixa de R$ 105 por saca CIF região portuária. Para embarque e pagamento em julho deste ano, o comprador sinaliza em torno de R$ 113,50 CIF Paranaguá.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão e no óleo e em queda no farelo na quarta-feira. Nas posições spot, ganhos de 0,49% no grão e 0,39% no óleo e perda de 0,03% no farelo. No melhor momento do dia, o contrato julho/20 do grão atingiu a máxima de US$ 8,7575 por bushel. No final da sessão, trocou de mãos a US$ 8,7125 por bushel.

• O mercado se recuperou na parte da tarde, após ter tido uma manhã de perdas.

• A soja iniciou o dia seguindo a queda do petróleo e a previsão de clima favorável nos Estados Unidos, indicando uma safra cheia e oferta abundante na atual temporada.

• Na parte da tarde, rumores de que a China estaria comprando soja americana e a perspectiva de um número forte para as exportações semanais americanas no relatório que será divulgado na quinta-feira garantiram a recuperação. O mercado aposta em vendas líquidas semanais entre 1,1 milhão e 2 milhões de toneladas.


CHINA O acordo comercial entre Estados Unidos e China não mostra sinais de enfraquecimento, apesar dos confrontos entre as duas nações sobre a pandemia do novo coronavírus, a repressão de Pequim à autonomia de Hong Kong e a China ficando para trás nas compras de produtos dos Estados Unidos, disse o representante comercial dos EUA Robert Lighthizer. As informações são da agência de notícias "Dow Jones". "Tudo indica que, apesar do covid-19, eles farão o que dizem", disse Lighthizer sobre a China em audiência perante o Comitê de Formas e Meios da Câmara. "Temos um excelente acordo."


CÂMBIO O dólar comercial fechou em alta de 0,36% no mercado à vista, cotado a R$ 5,2580 para venda, engatando o sexto pregão seguido de valorização em dia de forte volatilidade com investidores acompanhando o movimento das moedas de países emergentes, mas limitados à espera da decisão e do comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom), que ocorreu após o fechamento do mercado. O Comitê confirmou as expectativas do mercado e reduziu em 0,75 p.p. a taxa Selic, para 2,25% ao ano.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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