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Informativo Diário

30/03/2020

DÓLAR TEM DÉCIMO PREGÃO CONSECUTIVO ACIMA DOS R$ 5 E MERCADO DE SOJA ENCERRAA SEMANA COM BOM VOLUME DE NEGÓCIOS NO PAÍS

Na sexta-feira, o mercado interno de soja apresentou melhor movimentação nas diferentes praças de negociação do país. Em um dia de forte alta, o câmbio enfileirou a décima sessão seguida acima dos níveis de R$ 5,00 por dólar. Em Chicago, a commodity teve um dia volátil e encerrou com ligeiros ganhos. Diante desses fatores, os preços voltaram a avançar no mercado doméstico e um bom volume de negócios com soja foi registrado. Rumores apontam pelo menos 700 mil toneladas de soja trocando de mãos ao longo do dia no país. Os trabalhos de colheita da nova safra brasileira de soja chegam a 74,4% da área total esperada.

RS: preços avançando no estado e melhores negócios registrados. Na região portuária, havia possibilidade de negócios na faixa de R$ 103,50 por saca CIF para embarque no mês de julho e pagamento em meados de agosto deste ano. No total, aproximadamente 100 mil toneladas de soja foram comercializadas no estado.

PR: dia de cotações em alta e negócios razoáveis reportados. Em Paranaguá, havia possibilidade de negócios na faixa de R$ 98,50 por saca CIF para embarque no mês de março/21 e pagamento em meados de abril/21.


CHICAGO(CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão e no farelo, e em alta no óleo na sexta-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 0,14% no grão, de 0,06% no farelo e de 1,32% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato maio/20 atingiu a máxima de US$ 8,8875 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 8,8150 por bushel, com alta de 1,25 pontos. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com perdas de até 9 pontos nos principais vencimentos. O vencimento julho/20 operava com perdas de 3,75 pontos, com negócios a US$ 8,81 por bushel.

• As primeiras posições apresentaram leve baixa e as mais distantes caíram moderadamente. Na semana, o contrato maio acumulou alta de 2,2%.

• O mercado encontrou suporte na expectativa de aumento da demanda pela soja americana e em especulações de problemas de logística no Brasil. Em contrapartida, um movimento de vendastécnicas limitou a alta e pesou sobre algumas posições.

• O mercado começa a se posicionar frente aos relatórios que serão divulgados na semana que vem pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos(USDA).

• O Departamento deverá apontar elevação na área a ser plantada com soja naquele país em 2020 na comparação com o ano anterior. O relatório de intenção de plantio do USDA será divulgado na terça, às 13hs. A previsão deverá indicar área menor que a estimativa divulgada em fevereiro, durante o Fórum Anual do Departamento.

• Pesquisa realiza pela agência Dow Jones indica que o mercado está apostando em número de 84,699 milhões de acres. No ano passado, os americanos semearam 76,1 milhões de acres. A média das projeções oscila entre 82,7 milhões e 87 milhões de acres.

• Se a expectativa do mercado for confirmada, o USDA vai indicar um número inferior aos 85 milhões de acres indicados durante o Fórum. A área de soja deverá ficar abaixo da de milho, projetada em 94,25 milhões de acres, contra 89,7 milhões do ano anterior.


CHINA Os lucros das grandes empresas industriais da China caíram 38,3% em janeiro e fevereiro em base anual, para 410,7 bilhões de iuanes (US$ 58,040 bilhões), segundo dados divulgados pelo departamentode estatísticas do país. Os lucros das empresas estatais da China registraram uma queda de 32,9% em janeiro e fevereiro em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto os lucros das empresas privadastiveram baixa de 33,6%, na mesma base de comparação. Os preços ao produtor para o setor de computadores, comunicações e outros equipamentos eletrônicos diminuíram 87,0% na mesma base de comparação; para o segmento automobilístico caíram 79,6%; e para o setor de matérias-primas químicas e produtos químicosrecuaram66,4%.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 2,06%, sendo negociado a R$ 5,1030 para venda e a R$ 5,1010 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0460 e a máxima de R$ 5,1290. Durante a semana, o dólar registrou alta de 1,61%. A divisa norte-americana fechou com forte alta, engatando a décima sessão seguida acima do patamar de R$ 5,00, em meio à aversão ao risco que prevaleceu no exterior por toda a sessão com o mercado global em busca de recuperação após três sessões seguidas de queda, além da "tradicional" cautela antes do fim de semana.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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